Os vigilantes do Estado de São Paulo parabenizam a atuação do presidente da Força Sindical, Miguel Torres e do deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), na Câmara dos Deputados, para barrar a Medida Provisória 873, que tem como principal objetivo enfraquecer e destruir o movimento sindical.

Vale ressaltar que a MP 873 quer asfixiar os sindicatos economicamente, ferindo, inclusive, acordos internacionais assinados pelo Brasil que garantem o respeito a autonomia e a liberdade sindical colocando em risco a existência das entidades de classe e enfraquecendo a luta dos trabalhadores por melhores salários e condições dignas de trabalho.

A articulação dos companheiros Miguel Torres e Paulinho da Força, em diversas reuniões com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, com as lideranças dos partidos políticos e técnicos legislativos foram determinantes para que a MP 873 não conseguisse o apoio necessário perdendo, assim, a validade nesta sexta-feira (28 de junho).

É importante ressaltar que todos os trabalhadores que se beneficiam de convenções coletivas negociadas pelos sindicatos devem contribuir para que a entidade que os representa continue estruturada para atuar não só para conquistar direitos, mas para garantir a manutenção dos direitos conquistados ao longo de anos de luta.

Vencemos uma batalha, mas a guerra continua e devemos estar todos juntos com os companheiros Miguel e Paulinho nesta luta que é de todo o movimento sindical.

Vamos à luta!

Pedro Francisco Araújo
Presidente da FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

Os vigilantes do Estado de São Paulo parabenizam a atuação do presidente da Força Sindical, Miguel Torres e do deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade), na Câmara dos Deputados, para barrar a Medida Provisória 873, que tem como principal objetivo enfraquecer e destruir o movimento sindical.

Vale ressaltar que a MP 873 quer asfixiar os sindicatos economicamente, ferindo, inclusive, acordos internacionais assinados pelo Brasil que garantem o respeito a autonomia e a liberdade sindical colocando em risco a existência das entidades de classe e enfraquecendo a luta dos trabalhadores por melhores salários e condições dignas de trabalho.

A articulação dos companheiros Miguel Torres e Paulinho da Força, em diversas reuniões com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, com as lideranças dos partidos políticos e técnicos legislativos foram determinantes para que a MP 873 não conseguisse o apoio necessário perdendo, assim, a validade nesta sexta-feira (28 de junho).

É importante ressaltar que todos os trabalhadores que se beneficiam de convenções coletivas negociadas pelos sindicatos devem contribuir para que a entidade que os representa continue estruturada para atuar não só para conquistar direitos, mas para garantir a manutenção dos direitos conquistados ao longo de anos de luta.

Vencemos uma batalha, mas a guerra continua e devemos estar todos juntos com os companheiros Miguel e Paulinho nesta luta que é de todo o movimento sindical.

Vamos à luta!

Pedro Francisco Araújo
Presidente da FEDERAÇÃO DOS VIGILANTES DO ESTADO DE SÃO PAULO