O primeiro dia do seminário que os Aeroviários promovem no São Pedra Redonda, do Hotel Cabeça de Boi, foi marcado por intensa participação das lideranças que representam 11 sindicatos do setor, no debate sobre os desdobramentos da reforma trabalhista, que passa a vigorar a partir de novembro próximo.
AéroviáriosCrédito: Força Sindical-MG

O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de setembro e foi aberto por palestra do Coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio Econômicos (DIEESE), José Silvestre Prado de Oliveira, que descreveu como a reforma trabalhista prejudicará os direitos dos trabalhadores e a própria organização sindical.

Antes da exposição, Reginaldo Alves de Souza - “Mandu” – presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aéreos (FNTTA), entidade filiada à Força Sindical, saudou os delegados das entidades presentes e relevou a gravidade do momento, que provoca a resistência da classe trabalhadora. “Mandu”, que também preside o Sindicato dos Aeroviários de São Paulo (SAESP), anunciou que a mobilização da categoria é um dos objetivos daquele seminário.

DESMONTE DOS DIREITOS SOCIAIS

O técnico denunciou que está em curso um projeto que inclui a Proposta de Emeda Constitucional 241 – também chamada de PEC do Teto, que congela dos gastos públicos por vinte anos, e a terceirização generalizada, inclusive no serviço público concretiza pela aprovação da Lei 13.429. José Silvestre afirmou que, em um ano e três meses, o Governo Temer causará mais perdas aos trabalhadores e à população do que os 21 anos que durou a ditadura militar no Brasil.

Na segunda parte da explanação, o técnico do DIEESE e apresentou quadros sobre a lucratividade das empresas de transporte aéreo e demonstrou o crescimento do desemprego, especialmente em 2016. Silvestre também mostrou como o nível salarial foi mantido na categoria aeroviária, em 2017, devido à queda do nível inflacionário.

Alcilene Amancio, presidente do Sindicato dos Aeroviários do Amazonas, foi destaque entre a presença feminina no encontro, que também foi frisada pela bancada do Sindicato dos Aeroviários do Rio (Simarj), representado pelas sindicalistas Adriana Boaventura, Cristiane Ghelli, Sandra Braga e Ariadna Saraiva Leite.
 

AéroviáriosCrédito: Força Sindical-MG

O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de setembro e foi aberto por palestra do Coordenador de Relações Sindicais do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio Econômicos (DIEESE), José Silvestre Prado de Oliveira, que descreveu como a reforma trabalhista prejudicará os direitos dos trabalhadores e a própria organização sindical.

Antes da exposição, Reginaldo Alves de Souza - “Mandu” – presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aéreos (FNTTA), entidade filiada à Força Sindical, saudou os delegados das entidades presentes e relevou a gravidade do momento, que provoca a resistência da classe trabalhadora. “Mandu”, que também preside o Sindicato dos Aeroviários de São Paulo (SAESP), anunciou que a mobilização da categoria é um dos objetivos daquele seminário.

DESMONTE DOS DIREITOS SOCIAIS

O técnico denunciou que está em curso um projeto que inclui a Proposta de Emeda Constitucional 241 – também chamada de PEC do Teto, que congela dos gastos públicos por vinte anos, e a terceirização generalizada, inclusive no serviço público concretiza pela aprovação da Lei 13.429. José Silvestre afirmou que, em um ano e três meses, o Governo Temer causará mais perdas aos trabalhadores e à população do que os 21 anos que durou a ditadura militar no Brasil.

Na segunda parte da explanação, o técnico do DIEESE e apresentou quadros sobre a lucratividade das empresas de transporte aéreo e demonstrou o crescimento do desemprego, especialmente em 2016. Silvestre também mostrou como o nível salarial foi mantido na categoria aeroviária, em 2017, devido à queda do nível inflacionário.

Alcilene Amancio, presidente do Sindicato dos Aeroviários do Amazonas, foi destaque entre a presença feminina no encontro, que também foi frisada pela bancada do Sindicato dos Aeroviários do Rio (Simarj), representado pelas sindicalistas Adriana Boaventura, Cristiane Ghelli, Sandra Braga e Ariadna Saraiva Leite.