Os trabalhadores da empresa Tabocas, de montagem de linhas de transmissão, exigem cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.
WhatsApp-Image-2019-08-07-at-10.31.37-1-768x576Crédito: Arquivo

Na terça-feira, 6 de agosto, o Sindicato dos Trabalhadores em Montagem em Geral do Estado do Ceará (SITRAMONTI-CE) esteve presente na paralisação dos 300 trabalhadores da empresa Tabocas, no município cearense de Barro. A Tabocas é responsável pela montagem de linhas de transmissão elétricas.

A paralisação aconteceu devido ao descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho nas cláusulas referentes ao pagamento de horas extras, pagamento da Participação de Lucros e Resultados (PLR), fornecimento de transporte do alojamento até o canteiro de obras e pagamento das cestas-básicas.

Segundo Evandro Pinheiro, presidente do SITRAMONTI-CE, a reivindicação dos trabalhadores é totalmente justa, já que eles estão saindo as quatro horas da manhã do alojamento em direção ao canteiro e o aplicativo de registro do ponto só inicia a contagem quando o trabalhador chega no ponto de instalação da linha de transmissão, não sendo calculado assim o percurso entre o canteiro e o ponto de instalação. “É por todos estes fatores que os trabalhadores decidiram parar até que sejam resolvidos os problemas”, denuncia.

Evandro Pinheiro disse que irá ao local na sexta-feira (9) conversar com a categoria e exigir da empresa o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, que tem força de lei.

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Na terça-feira, 6 de agosto, o Sindicato dos Trabalhadores em Montagem em Geral do Estado do Ceará (SITRAMONTI-CE) esteve presente na paralisação dos 300 trabalhadores da empresa Tabocas, no município cearense de Barro. A Tabocas é responsável pela montagem de linhas de transmissão elétricas.

A paralisação aconteceu devido ao descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho nas cláusulas referentes ao pagamento de horas extras, pagamento da Participação de Lucros e Resultados (PLR), fornecimento de transporte do alojamento até o canteiro de obras e pagamento das cestas-básicas.

Segundo Evandro Pinheiro, presidente do SITRAMONTI-CE, a reivindicação dos trabalhadores é totalmente justa, já que eles estão saindo as quatro horas da manhã do alojamento em direção ao canteiro e o aplicativo de registro do ponto só inicia a contagem quando o trabalhador chega no ponto de instalação da linha de transmissão, não sendo calculado assim o percurso entre o canteiro e o ponto de instalação. “É por todos estes fatores que os trabalhadores decidiram parar até que sejam resolvidos os problemas”, denuncia.

Evandro Pinheiro disse que irá ao local na sexta-feira (9) conversar com a categoria e exigir da empresa o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, que tem força de lei.