Em reunião do Fórum das Centrais (CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central e CSB) ocorrida na tarde da ultima sexta (9), na sede nacional do DIEESE sindicalistas estipularam um cronograma de ação apresentado pelo diretor técnico do DIEESE, Clemente Ganz Lúcio com uma série de pontos que precisam ser trabalhados daqui pra frente, como o reforço da mobilização da classe trabalhadora e a elaboração de ações positivas nos processos econômicos, sociais e políticos.
centrais-ctb2valeCrédito: Divulgação

Essas iniciativas serão registradas em um documento que sinalize ao conjunto da classe trabalhadora saídas para o enfrentamento da crise.

Agenda da Classe Trabalhadora

Para encaminhar a construção do documento, o Fórum das Centrais aprovou a criação de um Grupo de Trabalho. A previsão é de que entre os dias 20 e 22 de Março o Grupo faça uma reunião e ajustem a proposta de documento e a agenda de lançamento, que está previsto para o dia 17 de abril. “A ideia é efetivar uma organização permanente de debate que anime a formação, a mobilização e a capacidade de intervenção propositiva do movimento sindical”, explicou Ganz Lúcio.

Na reunião o presidente nacional da CTB, Adílson Araújo, afirmou que “a crise amplia de forma brutal o desemprego e a precarização no mundo do trabalho”, que “O momento cobra respostas concretas” e que o documento, em elaboração, poderá apontar “saídas para a crise que se aprofundou com o pacote de reformas de Michel Temer”.

Presente na reunião, o secretário geral da CTB, Wagner Gomes, afirmou que essa nova agenda chega em momento estratégico e que as centrais podem protagonizar um novo movimento uma vez que “possuem o acúmulo necessário para fomentar um robusto movimento de contraofensiva”. Para ele “essa onda tem duplo aspecto: defesa da sustentação do movimento sindical e inserção na agenda política nacional”.

Já para o secretário geral da Força Sindical João Carlos Gonçalves, Juruna, que também participou da reunião o momento exige dos dirigentes sindicais “reflexão e atitude sobre as mudanças nas relações de trabalho, nas formas de produção e comércio, e no financiamento sindical”. Juruna falou sobre a MP 808, em tramitação na Câmara e contou que as centrais sindicais farão “corpo a corpo” com os deputados federais e Senadores, para que seja avaliado o financiamento dos sindicatos pois, segundo ele “a nova lei enfraqueceu as instituições que fazem as negociações e convenções coletivas”.



 

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Essas iniciativas serão registradas em um documento que sinalize ao conjunto da classe trabalhadora saídas para o enfrentamento da crise.

Agenda da Classe Trabalhadora

Para encaminhar a construção do documento, o Fórum das Centrais aprovou a criação de um Grupo de Trabalho. A previsão é de que entre os dias 20 e 22 de Março o Grupo faça uma reunião e ajustem a proposta de documento e a agenda de lançamento, que está previsto para o dia 17 de abril. “A ideia é efetivar uma organização permanente de debate que anime a formação, a mobilização e a capacidade de intervenção propositiva do movimento sindical”, explicou Ganz Lúcio.

Na reunião o presidente nacional da CTB, Adílson Araújo, afirmou que “a crise amplia de forma brutal o desemprego e a precarização no mundo do trabalho”, que “O momento cobra respostas concretas” e que o documento, em elaboração, poderá apontar “saídas para a crise que se aprofundou com o pacote de reformas de Michel Temer”.

Presente na reunião, o secretário geral da CTB, Wagner Gomes, afirmou que essa nova agenda chega em momento estratégico e que as centrais podem protagonizar um novo movimento uma vez que “possuem o acúmulo necessário para fomentar um robusto movimento de contraofensiva”. Para ele “essa onda tem duplo aspecto: defesa da sustentação do movimento sindical e inserção na agenda política nacional”.

Já para o secretário geral da Força Sindical João Carlos Gonçalves, Juruna, que também participou da reunião o momento exige dos dirigentes sindicais “reflexão e atitude sobre as mudanças nas relações de trabalho, nas formas de produção e comércio, e no financiamento sindical”. Juruna falou sobre a MP 808, em tramitação na Câmara e contou que as centrais sindicais farão “corpo a corpo” com os deputados federais e Senadores, para que seja avaliado o financiamento dos sindicatos pois, segundo ele “a nova lei enfraqueceu as instituições que fazem as negociações e convenções coletivas”.