As centrais sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram nesta quinta-feira (1º), na sede do Dieese, em de São Paulo, intensificar a luta contra a proposta de reforma da Previdência anunciada recentemente por intermédio dos meios de comunicação.
reunioão centraisCrédito: Jaélcio Santana

Durante a reunião desta manhã os sindicalistas elaboraram um documento unitário com as próximas ações do movimento sindical, entre as quais a realização de um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a ‘Previdência que queremos’.

“É hora de fortalecer a unidade do movimento sindical. Bolsonaro quer aprofundar a agenda golpista imposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Os dois compartilham objetivos semelhantes em relação à Previdência e ambos querem o fim do sistema público de aposentadorias”, afirma Adilson Araújo, presidente da CTB.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, ressalta que a única forma de os trabalhadores lutarem para impedir a aprovação de uma reforma que retira direitos é fortalecer ainda mais a unidade de ação. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.”

Além da unidade de ação do movimento sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, destaca que os trabalhadores devem participar da construção de uma proposta que não os prejudique no momento de se aposentarem. “Devemos seguir firmes e organizados na busca de um consenso em torno de uma reforma que garanta justiça social.”

 

Clique no LINK e confira a íntegra do documento.

reunioão centraisCrédito: Jaélcio Santana

Durante a reunião desta manhã os sindicalistas elaboraram um documento unitário com as próximas ações do movimento sindical, entre as quais a realização de um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a ‘Previdência que queremos’.

“É hora de fortalecer a unidade do movimento sindical. Bolsonaro quer aprofundar a agenda golpista imposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Os dois compartilham objetivos semelhantes em relação à Previdência e ambos querem o fim do sistema público de aposentadorias”, afirma Adilson Araújo, presidente da CTB.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, ressalta que a única forma de os trabalhadores lutarem para impedir a aprovação de uma reforma que retira direitos é fortalecer ainda mais a unidade de ação. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.”

Além da unidade de ação do movimento sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, destaca que os trabalhadores devem participar da construção de uma proposta que não os prejudique no momento de se aposentarem. “Devemos seguir firmes e organizados na busca de um consenso em torno de uma reforma que garanta justiça social.”

 

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