A opção do Copom (Comitê de Política Monetária), de manter a taxa Selic no atual patamar é apostar no fraco desempenho da economia.

A política de redução de juros dos últimos meses, a “conta-gotas”, praticamente não favoreceu o trabalhador brasileiro. Continua, isto sim, a favorecer banqueiros e especuladores, que preferem aplicar no mercado financeiro em detrimento da produção.

O resultado dessa política é a estagnação econômica. Ressaltamos que mais de 13 milhões de trabalhadores brasileiros continuam desempregados. Também lembramos que o spread bancário continua alto e a taxa de juros do cartão chega ao absurdo de 400% a.a.
 
Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O mercado de trabalho tem diminuído o ímpeto de geração de empregos, ao mesmo tempo em que a indústria apresenta desempenho pífio nos últimos meses.
 
O pagamento de juros, por parte do governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outros.
 
Mais uma vez o Banco Central frustra os anseios dos trabalhadores.


Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força
Presidente da Força Sindical

  

A política de redução de juros dos últimos meses, a “conta-gotas”, praticamente não favoreceu o trabalhador brasileiro. Continua, isto sim, a favorecer banqueiros e especuladores, que preferem aplicar no mercado financeiro em detrimento da produção.

O resultado dessa política é a estagnação econômica. Ressaltamos que mais de 13 milhões de trabalhadores brasileiros continuam desempregados. Também lembramos que o spread bancário continua alto e a taxa de juros do cartão chega ao absurdo de 400% a.a.
 
Vale destacar que juros altos sangram o País e inviabilizam o desenvolvimento. O mercado de trabalho tem diminuído o ímpeto de geração de empregos, ao mesmo tempo em que a indústria apresenta desempenho pífio nos últimos meses.
 
O pagamento de juros, por parte do governo, consome e restringe consideravelmente as possibilidades de crescimento do País, bem como os investimentos em educação, saúde e infraestrutura, entre outros.
 
Mais uma vez o Banco Central frustra os anseios dos trabalhadores.


Paulo Pereira da Silva – Paulinho da Força
Presidente da Força Sindical