Como é do conhecimento de todos, em dezembro de 2017, propusemos uma ação judicial em função de a CPFL Santa Cruz ter modificado o contrato com a Unimed que vigorava desde 2007, e ao proceder dessa forma prejudicou diretamente os aposentados que estão cobertos por eles, e eram respaldados pela Lei 9656/99, pois, a luz da resolução normativa 279 de 2011, o contrato dos mesmos com a Unimed passaria a ser considerado como nova adesão, portanto, sujeito a pagamentos por faixa etária e valores imposs

Quando imaginávamos que a mudança afetaria apenas os aposentados, tomamos conhecimento que atingiu também os trabalhadores da ativa, causando prejuízos irreparáveis, em especial para àqueles lotados nas cidades de Avaré, Águas de Santa Bárbara, Cerqueira César, Manduri, Paranapanema, Itaí e Taquarituba, no estado de São Paulo, e Jacarezinho, Ribeirão Claro e Barra do Jacaré no estado do Paraná, que não estão conseguindo utilizar o referido plano, segundo a operadora do plano por conta de pertencerem a uma outra Unimed (Avaré e Jacarezinho), o que assegurava o contrato anterior e não está contemplando no novo contrato.

Um outro dado, é que se um trabalhador estiver lotado em uma determinada localidade, ele não consegue utilizar o plano em outro município, nem ele e nem seus dependentes por exemplo, se o titular ou um beneficiário do plano médico precisar utilizar a Unimed na cidade de Avaré ou uma das outras cidades citadas, ele não consegue.

Ou seja, a empresa alterou sim cláusulas pétreas do contrato com a operadora do plano médico, de forma unilateral, infringindo diretamente a Cláusula 13ª do presente Acordo Coletivo de Trabalho "A Empresa garantirá a concessão de programas de assistência médico-hospitalar e odontológica aos empregados e seus dependentes devidamente inscritos no cadastro de dependentes para fins de benefícios, preservando níveis e coberturas. Parágrafo 1º Qualquer alteração nos mesmos será discutida com o SINDICATO."

Esta alteração causa prejuízos de grande monta a categoria, tendo em vista que aproximadamente 400 pessoas não estão conseguindo utilizar o plano médico e/ou estão enfrentando algum tipo de dificuldade.

Ressaltamos ainda, que os trabalhadores estão pagando por um plano médico, sem poder utiliza-lo, isso desde setembro de 2017, como ficará essa situação? A CPFL devolverá os valores pagos nesses últimos 7 meses? A empresa reembolsará as despesas referente a consultas, exames, cirurgias em clinicas particulares e outros???

Conversamos no início do mês de março com a nova gestora que assumiu essa questão, e ficou de marcar uma nova reunião para buscar a resolução dos problemas, porém, não aconteceu, inclusive, a própria gestora nos informou também que a CPFL busca ampliar o plano médico Unimed para cobertura nacional. Esperávamos então, que uma resposta nos fosse dada no dia 11/04, na audiência realizada na Justiça do Trabalho em Ourinhos, mas... O que presenciamos foi uma manifestação
estapafúrdia: a Empresa alega que o pleito é indevido, tendo vista que a permanência dos aposentados no plano médico Unimed "é um problema a ser resolvido entre os aposentados e a Unimed, não tendo a Empresa que ser envolvida em tal demanda".

Da nossa parte deixamos claro que não permitiremos que nos sejam retirados direitos algum!!!

Aqui não tem discurso barato, de fato pensamos PRIMEIRO NAS PESSOAS!

 

Quando imaginávamos que a mudança afetaria apenas os aposentados, tomamos conhecimento que atingiu também os trabalhadores da ativa, causando prejuízos irreparáveis, em especial para àqueles lotados nas cidades de Avaré, Águas de Santa Bárbara, Cerqueira César, Manduri, Paranapanema, Itaí e Taquarituba, no estado de São Paulo, e Jacarezinho, Ribeirão Claro e Barra do Jacaré no estado do Paraná, que não estão conseguindo utilizar o referido plano, segundo a operadora do plano por conta de pertencerem a uma outra Unimed (Avaré e Jacarezinho), o que assegurava o contrato anterior e não está contemplando no novo contrato.

Um outro dado, é que se um trabalhador estiver lotado em uma determinada localidade, ele não consegue utilizar o plano em outro município, nem ele e nem seus dependentes por exemplo, se o titular ou um beneficiário do plano médico precisar utilizar a Unimed na cidade de Avaré ou uma das outras cidades citadas, ele não consegue.

Ou seja, a empresa alterou sim cláusulas pétreas do contrato com a operadora do plano médico, de forma unilateral, infringindo diretamente a Cláusula 13ª do presente Acordo Coletivo de Trabalho "A Empresa garantirá a concessão de programas de assistência médico-hospitalar e odontológica aos empregados e seus dependentes devidamente inscritos no cadastro de dependentes para fins de benefícios, preservando níveis e coberturas. Parágrafo 1º Qualquer alteração nos mesmos será discutida com o SINDICATO."

Esta alteração causa prejuízos de grande monta a categoria, tendo em vista que aproximadamente 400 pessoas não estão conseguindo utilizar o plano médico e/ou estão enfrentando algum tipo de dificuldade.

Ressaltamos ainda, que os trabalhadores estão pagando por um plano médico, sem poder utiliza-lo, isso desde setembro de 2017, como ficará essa situação? A CPFL devolverá os valores pagos nesses últimos 7 meses? A empresa reembolsará as despesas referente a consultas, exames, cirurgias em clinicas particulares e outros???

Conversamos no início do mês de março com a nova gestora que assumiu essa questão, e ficou de marcar uma nova reunião para buscar a resolução dos problemas, porém, não aconteceu, inclusive, a própria gestora nos informou também que a CPFL busca ampliar o plano médico Unimed para cobertura nacional. Esperávamos então, que uma resposta nos fosse dada no dia 11/04, na audiência realizada na Justiça do Trabalho em Ourinhos, mas... O que presenciamos foi uma manifestação
estapafúrdia: a Empresa alega que o pleito é indevido, tendo vista que a permanência dos aposentados no plano médico Unimed "é um problema a ser resolvido entre os aposentados e a Unimed, não tendo a Empresa que ser envolvida em tal demanda".

Da nossa parte deixamos claro que não permitiremos que nos sejam retirados direitos algum!!!

Aqui não tem discurso barato, de fato pensamos PRIMEIRO NAS PESSOAS!