Os 4.713 operários das 50 empreiteiras que atuam na montagem e manutenção no polo industrial de Cubatão, baixada santista e litoral estão convocados para assembleia geral nesta quinta-feira (23).

Com data-base salarial em maio, eles conhecerão, na subsede do sindicato dos trabalhadores na construção civil (Sintracomos), às 18h30, a proposta das empresas para o acordo coletivo de trabalho.
“A categoria decidirá como deve agir a direção sindical na próxima negociação, prevista para o final do mês”, diz seu presidente, ‘Macaé’, Marcos Braz de Oliveira.
Segundo ele, o sindicato já teve quatro reuniões com as empreiteiras, com alguns avanços nas duas primeiras. Ele diz que o maior problema é a diferença salarial por fábricas e empreiteiras.
Na Transpetro, por exemplo, explica o sindicalista, apesar de condições abaixo das necessidades dos trabalhadores, os salários são maiores.
“No geral, as empreiteiras já reduziram ganhos e direitos, após a reforma trabalhista de 2017. Agora, querem manter e em alguns casos até piorar as relações de trabalho”, reclama o dirigente.
“As indústrias do polo mudam muito de donos e também de nomes, prejudicando bastante os empregados nas fábricas e nas empreiteiras. A Ultrafértil, por exemplo, virou primeiro Vale e depois Yara”.

Com data-base salarial em maio, eles conhecerão, na subsede do sindicato dos trabalhadores na construção civil (Sintracomos), às 18h30, a proposta das empresas para o acordo coletivo de trabalho.
“A categoria decidirá como deve agir a direção sindical na próxima negociação, prevista para o final do mês”, diz seu presidente, ‘Macaé’, Marcos Braz de Oliveira.
Segundo ele, o sindicato já teve quatro reuniões com as empreiteiras, com alguns avanços nas duas primeiras. Ele diz que o maior problema é a diferença salarial por fábricas e empreiteiras.
Na Transpetro, por exemplo, explica o sindicalista, apesar de condições abaixo das necessidades dos trabalhadores, os salários são maiores.
“No geral, as empreiteiras já reduziram ganhos e direitos, após a reforma trabalhista de 2017. Agora, querem manter e em alguns casos até piorar as relações de trabalho”, reclama o dirigente.
“As indústrias do polo mudam muito de donos e também de nomes, prejudicando bastante os empregados nas fábricas e nas empreiteiras. A Ultrafértil, por exemplo, virou primeiro Vale e depois Yara”.