O objetivo da empresa é acabar de vez com os direitos dos trabalhadores
VigilanteCrédito: Divulgação

O SINTRASECE, entidade de classe representante legal dos trabalhadores em empresas de segurança eletrônica manifesta seu profundo repúdio contra a conduta antissindical da empresa Corpvs Segurança Eletrônica, que vem perseguindo os dirigentes sindicais desde a sua fundação em 2014, na tentativa de enfraquecer a entidade e, consequentemente, os trabalhadores.

Tudo começou com a demissão do tesoureiro e a presidente da entidade ainda no ano da fundação, indo contra a constituição que garante a estabilidade dos dirigentes. Somente após ação na justiça, os diretores foram reintegrados, mas eles foram postos a exercerem funções distintas das quais foram contratados. Mais uma vez, a empresa descumpria a CLT, gerando inúmeros problemas, inclusive psicológicos.

Somente em outubro de 2016, a presidente do Sindicato, Monaliza Colares, conquistou em a licença remunerada para atender a demanda do Sindicato. Porém, o livre trabalho e atuação em defesa do trabalhador durou pouco. Em 1º de junho deste ano, a empresa e encaminhou um comunicado suspendendo a então licença remunerada, sem qualquer justificativa.

Com a afirmativa de voltar para a função exercida, Monaliza Colares atendeu ao comunicado, mas desde então a empresa não encaminha serviço ou presta qualquer assistência a trabalhadora, que na prática, fica isolada em uma sala sem realizar suas funções. Quanto ao tesoureiro, o mesmo também está a serviço da empresa, com desvio de suas funções e por vezes tendo seus dias de trabalho suspensos e descontados em seu salário.









 

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O SINTRASECE, entidade de classe representante legal dos trabalhadores em empresas de segurança eletrônica manifesta seu profundo repúdio contra a conduta antissindical da empresa Corpvs Segurança Eletrônica, que vem perseguindo os dirigentes sindicais desde a sua fundação em 2014, na tentativa de enfraquecer a entidade e, consequentemente, os trabalhadores.

Tudo começou com a demissão do tesoureiro e a presidente da entidade ainda no ano da fundação, indo contra a constituição que garante a estabilidade dos dirigentes. Somente após ação na justiça, os diretores foram reintegrados, mas eles foram postos a exercerem funções distintas das quais foram contratados. Mais uma vez, a empresa descumpria a CLT, gerando inúmeros problemas, inclusive psicológicos.

Somente em outubro de 2016, a presidente do Sindicato, Monaliza Colares, conquistou em a licença remunerada para atender a demanda do Sindicato. Porém, o livre trabalho e atuação em defesa do trabalhador durou pouco. Em 1º de junho deste ano, a empresa e encaminhou um comunicado suspendendo a então licença remunerada, sem qualquer justificativa.

Com a afirmativa de voltar para a função exercida, Monaliza Colares atendeu ao comunicado, mas desde então a empresa não encaminha serviço ou presta qualquer assistência a trabalhadora, que na prática, fica isolada em uma sala sem realizar suas funções. Quanto ao tesoureiro, o mesmo também está a serviço da empresa, com desvio de suas funções e por vezes tendo seus dias de trabalho suspensos e descontados em seu salário.