Aumento salarial suficiente para recuperar o poder de compra da categoria e piso de R$ 1.300,00 são as principais reivindicações dos frentistas do Estado de São Paulo, que estão em campanha salarial para fechar a data-base em 1º de março.
Frentistas de São PauloCrédito: Tiago Santana
Rivaldo: “Unidade e capacidade para fechar um bom acordo”

Eles reúnem-se com os representantes patronais do setor de combustível pela segunda vez no dia 15 de março (quinta-feira), às 14 horas, na Capital, para os quais vão apresentar a pauta unificada dos 100 mil trabalhadores do setor reunidos em 16 sindicatos no Estado.

Segundo o presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo (Sinpospetro-SP), Rivaldo Morais da Silva, a pauta de reivindicações inclui ainda adicional de periculosidade e insalubridade, adicional noturno, participação nos lucros ou resultados (PLR) e tíquete alimentação de R$ 21,00 o valor facial.

Rivaldo da Silva, acredita que a campanha salarial será bastante difícil por causa da crise econômica e política e em razão do ataque aos direitos dos trabalhadores promovido pelo governo federal, Congresso e patrões.

“É fundamental a nossa unidade e capacidade de luta para fecharmos um acordo que atenda às expectativas das companheiras e companheiros”, destacou o presidente do nosso sindicato.

Se não nos mobilizarmos vamos perder tudo que conquistamos em anos de luta”, completou o presidente da Federação Estadual (Fepospetro), Luiz de Souza Arraes.

Para o presidente da Federação Nacional da categoria (Fenepospetro), Eusébio Pinto Neto, todas os direitos e benefícios dos frentistas foram conquistados com unidade e luta. “Nem na ditadura militar nossos direitos foram atacados e derrubados como vem ocorrendo neste governo autoritário e impopular, completou Rivaldo da Silva.  
 

Frentistas de São PauloCrédito: Tiago Santana
Rivaldo: “Unidade e capacidade para fechar um bom acordo”

Eles reúnem-se com os representantes patronais do setor de combustível pela segunda vez no dia 15 de março (quinta-feira), às 14 horas, na Capital, para os quais vão apresentar a pauta unificada dos 100 mil trabalhadores do setor reunidos em 16 sindicatos no Estado.

Segundo o presidente do Sindicato dos Frentistas de São Paulo (Sinpospetro-SP), Rivaldo Morais da Silva, a pauta de reivindicações inclui ainda adicional de periculosidade e insalubridade, adicional noturno, participação nos lucros ou resultados (PLR) e tíquete alimentação de R$ 21,00 o valor facial.

Rivaldo da Silva, acredita que a campanha salarial será bastante difícil por causa da crise econômica e política e em razão do ataque aos direitos dos trabalhadores promovido pelo governo federal, Congresso e patrões.

“É fundamental a nossa unidade e capacidade de luta para fecharmos um acordo que atenda às expectativas das companheiras e companheiros”, destacou o presidente do nosso sindicato.

Se não nos mobilizarmos vamos perder tudo que conquistamos em anos de luta”, completou o presidente da Federação Estadual (Fepospetro), Luiz de Souza Arraes.

Para o presidente da Federação Nacional da categoria (Fenepospetro), Eusébio Pinto Neto, todas os direitos e benefícios dos frentistas foram conquistados com unidade e luta. “Nem na ditadura militar nossos direitos foram atacados e derrubados como vem ocorrendo neste governo autoritário e impopular, completou Rivaldo da Silva.