Em assembleia na noite desta quinta-feira (23), os servidores municipais de Guarujá decidiram que a diretoria do sindicato deve continuar pesquisando condições de outro plano de saúde opcional ao da Santa Casa e Unimed.
IICrédito: Arquivo

A proposta foi da própria diretoria, como explicou o presidente Zoel Garcia Siqueira. O plano alternativo seria mais barato e contemplaria principalmente os trabalhadores que costumam colocar vários parentes e agregados como dependentes.
Os 6 mil servidores da prefeitura recebem subsídio mensal de R$ 110 para pagamento de plano de saúde básico, que será aumentando em julho para R$ 120. A preferência é pelo da Santa Casa, que absorve de 7 mil a 7.500 vidas.
A Unimed, por ser mais cara, contempla a minoria.
Segundo Zoel, o plano acaba pesando no orçamento do funcionalismo na medida em que cada um prefere padrões melhores que o básico e beneficia um ou mais dependentes, que não recebem o subsídio público.
Antes de decidir procurar um plano alternativo, a diretoria do sindicato foi pressionada pela Santa Casa, desde setembro de 2018, a concordar com o reajuste do plano por faixa etária e não mais de forma linear, como vinha sendo feito há cerca de dez anos.

Tratativas e mobilização
A Santa Casa vinha ponderando à direção sindical que a substituição da linearidade pela faixa etária, como praticado na Unimed, era uma exigência da agência nacional de saúde suplementar (ANS). O mais recente aumento do plano linear, em 20%, foi em junho de 2018.
Porém, ao ver o edital de convocação da assembleia desta semana, sobre a contratação de um novo plano, a Santa Casa convidou a diretoria para uma reunião e anunciou o congelamento dos planos. A empresa abandonou a ideia de faixa etária aos atuais servidores, implantando-a apenas aos admitidos após julho próximo.
Zoel explicou à assembleia que, quando assumiu a presidência, em 29 de janeiro, procurou a direção do plano Santa Casa para avisar que buscaria uma alternativa caso a empresa insistisse no critério de faixa etária.
Como resposta, ele ouviu ser impossível manter a linearidade. “Disseram isso esquecendo do que diziam dez anos atrás, quando queriam consolidar o plano entre o funcionalismo. Insisti e eles disseram que se dispunham a explicar o problema em assembleia”.
O sindicalista recomendou que cada servidor analise bem o seu caso, pois, para alguns, a faixa etária é mais vantajosa que o plano linear. Zoel explica que a categoria será mobilizada de novo quando a diretoria concluir a pesquisa e tiver a proposta de um plano opcional.

Plano odontológico
“Apesar do estatuto do sindicato dar ao presidente a prerrogativa de decidir unilateralmente sobre a contratação de plano de saúde e odontológico”, disse Zoel, “prefiro a democrática e transparente decisão de assembleia”.
Ele abriu a exceção para o plano odontológico, que há dez anos era prestado pela empresa APO, que foi adquirida em fevereiro pela São Francisco e esta, em dois meses, por outra empresa. Zoel optou pela Aesp, parceira da Santa Casa, com redução da mensalidade, para dependentes, de R$ 18,50 para R$ 15.
Zoel afirma que a diretoria vem adotando todas as medidas necessárias para garantir uma transição tranquila: “Nossa intenção é adotar procedimentos que contemplem principalmente as necessidades dos sindicalizados”.

IICrédito: Arquivo

A proposta foi da própria diretoria, como explicou o presidente Zoel Garcia Siqueira. O plano alternativo seria mais barato e contemplaria principalmente os trabalhadores que costumam colocar vários parentes e agregados como dependentes.
Os 6 mil servidores da prefeitura recebem subsídio mensal de R$ 110 para pagamento de plano de saúde básico, que será aumentando em julho para R$ 120. A preferência é pelo da Santa Casa, que absorve de 7 mil a 7.500 vidas.
A Unimed, por ser mais cara, contempla a minoria.
Segundo Zoel, o plano acaba pesando no orçamento do funcionalismo na medida em que cada um prefere padrões melhores que o básico e beneficia um ou mais dependentes, que não recebem o subsídio público.
Antes de decidir procurar um plano alternativo, a diretoria do sindicato foi pressionada pela Santa Casa, desde setembro de 2018, a concordar com o reajuste do plano por faixa etária e não mais de forma linear, como vinha sendo feito há cerca de dez anos.

Tratativas e mobilização
A Santa Casa vinha ponderando à direção sindical que a substituição da linearidade pela faixa etária, como praticado na Unimed, era uma exigência da agência nacional de saúde suplementar (ANS). O mais recente aumento do plano linear, em 20%, foi em junho de 2018.
Porém, ao ver o edital de convocação da assembleia desta semana, sobre a contratação de um novo plano, a Santa Casa convidou a diretoria para uma reunião e anunciou o congelamento dos planos. A empresa abandonou a ideia de faixa etária aos atuais servidores, implantando-a apenas aos admitidos após julho próximo.
Zoel explicou à assembleia que, quando assumiu a presidência, em 29 de janeiro, procurou a direção do plano Santa Casa para avisar que buscaria uma alternativa caso a empresa insistisse no critério de faixa etária.
Como resposta, ele ouviu ser impossível manter a linearidade. “Disseram isso esquecendo do que diziam dez anos atrás, quando queriam consolidar o plano entre o funcionalismo. Insisti e eles disseram que se dispunham a explicar o problema em assembleia”.
O sindicalista recomendou que cada servidor analise bem o seu caso, pois, para alguns, a faixa etária é mais vantajosa que o plano linear. Zoel explica que a categoria será mobilizada de novo quando a diretoria concluir a pesquisa e tiver a proposta de um plano opcional.

Plano odontológico
“Apesar do estatuto do sindicato dar ao presidente a prerrogativa de decidir unilateralmente sobre a contratação de plano de saúde e odontológico”, disse Zoel, “prefiro a democrática e transparente decisão de assembleia”.
Ele abriu a exceção para o plano odontológico, que há dez anos era prestado pela empresa APO, que foi adquirida em fevereiro pela São Francisco e esta, em dois meses, por outra empresa. Zoel optou pela Aesp, parceira da Santa Casa, com redução da mensalidade, para dependentes, de R$ 18,50 para R$ 15.
Zoel afirma que a diretoria vem adotando todas as medidas necessárias para garantir uma transição tranquila: “Nossa intenção é adotar procedimentos que contemplem principalmente as necessidades dos sindicalizados”.