Os dois maiores sindicatos de Santos e outros do Brasil estarão reunidos no Sintraport
Nesta quarta, em Santos, será fundada nova federação nacional de portuáriosCrédito: Arquivo sindicato

ta quarta-feira (13) entrará para a história do sindicalismo portuário brasileiro. Às 9 horas, será fundada, em Santos, a federação nacional dos estivadores, trabalhadores de capatazia e portuários.

De Santos, participarão os dois maiores sindicatos, dos estivadores e dos operários portuários (Sintraport). Estarão presentes sindicalistas de Candeias (BA), Imbituba (SC), Manaus (AM) e Paranaguá (PR).

A solenidade será na sede do Sintraport, na Rua General Câmara, 258, Centro, com possível participação de sindicatos convidados que, num primeiro momento, não aderiram à nova entidade.

Para o presidente do sindicato dos estivadores, Rodnei Oliveira da Silva, os demais sindicatos de Santos e de outros portos “poderão aderir quando virem a nossa atuação”.

Para o presidente do Sintraport, Claudiomiro Machado ‘Miro’, “é o momento de termos uma federação que represente efetivamente os portuários avulsos e vinculados”.

Os dois criticam as federações dos estivadores (FNE), dos portuários (FNP) e dos conferentes, consertadores, vigias, trabalhadores de bloco, arrumadores e amarradores (Fenccovib).

“Elas não unificam as lutas dos trabalhadores de todas as categorias”, argumenta Nei. Miro diz que “deixaram os anseios dos trabalhadores em segundo plano”.

O protocolo de intenções da nova entidade foi aprovado em 8 de junho, em ampla reunião, também em Santos. Na oportunidade, Nei disse que “a gota d’água para sua articulação foi o fato das três federações negociaram a extinção de direitos e até de categorias portuárias”.

Segundo ele, a FNE, FNP e Fenccovib “passaram a negociar o retrocesso com a federação nacional dos operadores portuários (Fenop, empresarial). Isso não era nem para negociar”.


 

Nesta quarta, em Santos, será fundada nova federação nacional de portuáriosCrédito: Arquivo sindicato

ta quarta-feira (13) entrará para a história do sindicalismo portuário brasileiro. Às 9 horas, será fundada, em Santos, a federação nacional dos estivadores, trabalhadores de capatazia e portuários.

De Santos, participarão os dois maiores sindicatos, dos estivadores e dos operários portuários (Sintraport). Estarão presentes sindicalistas de Candeias (BA), Imbituba (SC), Manaus (AM) e Paranaguá (PR).

A solenidade será na sede do Sintraport, na Rua General Câmara, 258, Centro, com possível participação de sindicatos convidados que, num primeiro momento, não aderiram à nova entidade.

Para o presidente do sindicato dos estivadores, Rodnei Oliveira da Silva, os demais sindicatos de Santos e de outros portos “poderão aderir quando virem a nossa atuação”.

Para o presidente do Sintraport, Claudiomiro Machado ‘Miro’, “é o momento de termos uma federação que represente efetivamente os portuários avulsos e vinculados”.

Os dois criticam as federações dos estivadores (FNE), dos portuários (FNP) e dos conferentes, consertadores, vigias, trabalhadores de bloco, arrumadores e amarradores (Fenccovib).

“Elas não unificam as lutas dos trabalhadores de todas as categorias”, argumenta Nei. Miro diz que “deixaram os anseios dos trabalhadores em segundo plano”.

O protocolo de intenções da nova entidade foi aprovado em 8 de junho, em ampla reunião, também em Santos. Na oportunidade, Nei disse que “a gota d’água para sua articulação foi o fato das três federações negociaram a extinção de direitos e até de categorias portuárias”.

Segundo ele, a FNE, FNP e Fenccovib “passaram a negociar o retrocesso com a federação nacional dos operadores portuários (Fenop, empresarial). Isso não era nem para negociar”.