Queda tímida

As centrais sindicais Força Sindical, CGTB, CTB, Nova Central Sindical e UGT lamentam e consideram extremamente tímida a queda de apenas 0,5% na Taxa Básica de Juros. Entendemos que o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade de aproveitar-se do encolhimento da demanda mundial para fazer uma drástica redução na taxa de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no País.

Vale destacar que o mercado de trabalho tem diminuído o ímpeto de geração de empregos, ao mesmo tempo em que a indústria tem piorado seu desempenho nos últimos meses.

Enquanto a Europa e os EUA patinam na crise econômica, o Brasil tem a possibilidade e a oportunidade de manter e dinamizar a atividade econômica interna, e de gerar mais emprego e renda, se apostar firmemente no nosso mercado interno por meio da redução da taxa de juros (Selic) e da adoção de políticas orientadas a ampliar a oferta de crédito aos consumidores e às empresas.

A redução dos juros é também importante para conter a valorização do real, que tanto afeta as exportações e a produção industrial brasileira, e para melhorar a situação fiscal do País visto que, a cada corte de 1% na taxa Selic, o governo economiza R$ 17 bilhões com o pagamento de juros da dívida pública, dinheiro que falta na melhoria da infra-estrutura econômica e social do Brasil, na educação e na saúde públicas.

Na luta pela redução da taxa de juros os trabalhadores estão unidos a todos os brasileiros que querem ver o País livre do rentismo e da especulação financeira desenfreada, que têm drenado imensas quantidades de recursos vitais ao pleno desenvolvimento nacional.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho) – presidente da Força Sindical
Ricardo Patah – presidente da UGT
Wagner Gomes – presidente da CTB
José Calixto – presidente da NCST
Ubiraci Dantas – presidente da CGTB

Queda tímida

As centrais sindicais Força Sindical, CGTB, CTB, Nova Central Sindical e UGT lamentam e consideram extremamente tímida a queda de apenas 0,5% na Taxa Básica de Juros. Entendemos que o Banco Central perdeu uma ótima oportunidade de aproveitar-se do encolhimento da demanda mundial para fazer uma drástica redução na taxa de juros, que poderia funcionar como um estímulo para a criação de novos empregos e para o aumento da produção no País.

Vale destacar que o mercado de trabalho tem diminuído o ímpeto de geração de empregos, ao mesmo tempo em que a indústria tem piorado seu desempenho nos últimos meses.

Enquanto a Europa e os EUA patinam na crise econômica, o Brasil tem a possibilidade e a oportunidade de manter e dinamizar a atividade econômica interna, e de gerar mais emprego e renda, se apostar firmemente no nosso mercado interno por meio da redução da taxa de juros (Selic) e da adoção de políticas orientadas a ampliar a oferta de crédito aos consumidores e às empresas.

A redução dos juros é também importante para conter a valorização do real, que tanto afeta as exportações e a produção industrial brasileira, e para melhorar a situação fiscal do País visto que, a cada corte de 1% na taxa Selic, o governo economiza R$ 17 bilhões com o pagamento de juros da dívida pública, dinheiro que falta na melhoria da infra-estrutura econômica e social do Brasil, na educação e na saúde públicas.

Na luta pela redução da taxa de juros os trabalhadores estão unidos a todos os brasileiros que querem ver o País livre do rentismo e da especulação financeira desenfreada, que têm drenado imensas quantidades de recursos vitais ao pleno desenvolvimento nacional.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho) – presidente da Força Sindical
Ricardo Patah – presidente da UGT
Wagner Gomes – presidente da CTB
José Calixto – presidente da NCST
Ubiraci Dantas – presidente da CGTB