O sindicato reuniu diretores e trabalhadores cipeiros para tratar das doenças ocupacionais e acidente de trabalho que preocupam e exigem rigoroso combate
Campos Novos - Oficina de Capacitação 2017 - Sintricam (177)Crédito: JC Linhares Assessoria & Comunicação
Lideranças vão “espalhar” conhecimentos sobre saúde e segurança do trabalhador

Formar consciência sobre a necessidade de aprimorar as ações em saúde e segurança dos trabalhadores foi o tema central da 1ª Oficina de Capacitação - Saúde do Trabalhador promovida pelo Sintricam. O evento executado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas de Carnes e Derivados de Campos Novos reafirmou posição sobre uma das questões que mais causam apreensão ao sindicato.

Realizada no auditório do Hotel Bebber, a Oficina “abriu mais um importante espaço para promover a redução das doenças ocupacionais”, explicou o presidente do Sintricam Derli Pereira dos Santos. O dirigente sindical mostra que a saúde do trabalhador precisa de “proteção absoluta” e as atitudes neste sentido são adotadas com frequência. A Oficina ajuda a edificar estrutura ao processo de redução do exagerado volume de enfermos “por falta de consciência” a respeito do tema e “consideração às vítimas”.

Santos lembra que na mesma proporção que crescem as necessidades para atender metas de mercado, aumenta a quantidade de doenças ocupacionais, causando gastos financeiros bilionários ao governo e a iniciativa privada. O quadro é “muito desproporcional e exige efetivas ações de combate aos males” destaca, para concordar que os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho são evitáveis e passíveis de prevenção. O sindicalista reconhece que algumas empresas “finalmente estão entendendo” que saúde e ambientes seguros de trabalho significam “aumento de produção e de competitividade”.

Presente no evento, o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Alimentação de Santa Catarina – Fetiaesc, Miguel Padilha, tratou do momento de descompasso vivido pelo país, situação que causa consequências imprevisíveis às categorias profissionais. No entanto, esclareceu que, em nível nacional, há mobilização para impedir mais sacrifícios e prejuízos aos trabalhadores. A intensificação da luta unificada da ação empreendida é condição essencial “para evitar ainda mais danos a quem produz para o bem do capital, da sociedade e da nação”, sintetiza.

Palestra - A Oficina de Capacitação do Sintricam aperfeiçoou conhecimentos de diretores do sindicato, trabalhadores integrantes da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e demais lideranças.  Foi marcada pela palestra do secretário da Saúde da Força Sindical de Santa Catarina Luiz de Bittencourte. Ele falou sobre “Saúde e Segurança do Trabalhador” resgatando o histórico do tema. Enfocou, cronologicamente, as transformações nas relações do trabalho, posicionando a saúde desde a escravatura. Chamou atenção para as responsabilidades e obrigações de cada um neste encargo que tem na prevenção a mais contundente necessidade. Com medidas de maior rigor “será possível minimizar a evolução do processo de formação de um exercito de mutilados e inválidos”.

Bittencourte é um dos maiores especialista do Estado, na área. Auxiliou a construção de Normas Regulamentadoras como a NR 36 que trata da segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados. Este é um dos setores que mais penalizam os trabalhadores com acidentes e doenças ocupacionais. O secretário de saúde da Força catarinense integra onze organizações ligadas ao setor específico.

Campos Novos - Oficina de Capacitação 2017 - Sintricam (177)Crédito: JC Linhares Assessoria & Comunicação
Lideranças vão “espalhar” conhecimentos sobre saúde e segurança do trabalhador

Formar consciência sobre a necessidade de aprimorar as ações em saúde e segurança dos trabalhadores foi o tema central da 1ª Oficina de Capacitação - Saúde do Trabalhador promovida pelo Sintricam. O evento executado pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas de Carnes e Derivados de Campos Novos reafirmou posição sobre uma das questões que mais causam apreensão ao sindicato.

Realizada no auditório do Hotel Bebber, a Oficina “abriu mais um importante espaço para promover a redução das doenças ocupacionais”, explicou o presidente do Sintricam Derli Pereira dos Santos. O dirigente sindical mostra que a saúde do trabalhador precisa de “proteção absoluta” e as atitudes neste sentido são adotadas com frequência. A Oficina ajuda a edificar estrutura ao processo de redução do exagerado volume de enfermos “por falta de consciência” a respeito do tema e “consideração às vítimas”.

Santos lembra que na mesma proporção que crescem as necessidades para atender metas de mercado, aumenta a quantidade de doenças ocupacionais, causando gastos financeiros bilionários ao governo e a iniciativa privada. O quadro é “muito desproporcional e exige efetivas ações de combate aos males” destaca, para concordar que os acidentes e doenças relacionadas ao trabalho são evitáveis e passíveis de prevenção. O sindicalista reconhece que algumas empresas “finalmente estão entendendo” que saúde e ambientes seguros de trabalho significam “aumento de produção e de competitividade”.

Presente no evento, o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Alimentação de Santa Catarina – Fetiaesc, Miguel Padilha, tratou do momento de descompasso vivido pelo país, situação que causa consequências imprevisíveis às categorias profissionais. No entanto, esclareceu que, em nível nacional, há mobilização para impedir mais sacrifícios e prejuízos aos trabalhadores. A intensificação da luta unificada da ação empreendida é condição essencial “para evitar ainda mais danos a quem produz para o bem do capital, da sociedade e da nação”, sintetiza.

Palestra - A Oficina de Capacitação do Sintricam aperfeiçoou conhecimentos de diretores do sindicato, trabalhadores integrantes da Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e demais lideranças.  Foi marcada pela palestra do secretário da Saúde da Força Sindical de Santa Catarina Luiz de Bittencourte. Ele falou sobre “Saúde e Segurança do Trabalhador” resgatando o histórico do tema. Enfocou, cronologicamente, as transformações nas relações do trabalho, posicionando a saúde desde a escravatura. Chamou atenção para as responsabilidades e obrigações de cada um neste encargo que tem na prevenção a mais contundente necessidade. Com medidas de maior rigor “será possível minimizar a evolução do processo de formação de um exercito de mutilados e inválidos”.

Bittencourte é um dos maiores especialista do Estado, na área. Auxiliou a construção de Normas Regulamentadoras como a NR 36 que trata da segurança e saúde no trabalho em empresas de abate e processamento de carnes e derivados. Este é um dos setores que mais penalizam os trabalhadores com acidentes e doenças ocupacionais. O secretário de saúde da Força catarinense integra onze organizações ligadas ao setor específico.