A Federação dos Comerciários da Força Sindical-RS reuniu suas entidades filiadas para o Seminário de Formação e Atualização Sindical.
Fetracos-RSCrédito: Sindicato

Foram dois dias de atividades, 11 e 11, que integrou dirigentes, funcionários de sindicatos e operadores do Direito no Sindec Porto Alegre.

As palestras trataram de temas referente à nova legislação trabalhista. Entre os palestrantes estavam Zilmara Alencar, advogada consultora do DIAP; André Luís dos Santos, jornalista e analista político do DIAP e André Luiz Grandizoli, Auditor Fiscal do Trabalho. O evento também contou com dinâmicas e um planejamento estratégico liderado pelas Psicólogas Priscila Braga e Simone Trindade.

O Presidente em exercício da Fetracos-RS, Dionísio Mazuí, agradeceu a todos pela participação e fez uma análise do evento.

“Nós soubemos que o conjunto do movimento sindical vivencia um momento de dificuldades, até mesmo de encaminhamento de ações mais concretas com relação a essa série de entraves impostos pela Reforma Trabalhista, pelo mercado, pelo próprio governo que aí está e pelo fato de termos hoje no país, quase 14 milhões de desempregados.

A nossa Federação preocupada em construir ferramentas que permitam os sindicatos filiados a enfrentar essas dificuldades, construiu esse seminário com o objetivo de treinar funcionários, diretores e operadores do direito, com esclarecimentos e informações que permitam que se transformem em ferramentas para a defesa da atividade sindical para o encaminhamento das propostas da entidade e para a construção de uma relação entre o sindicato e seus representados de forma que o trabalhador possa ver no sindicato uma trincheira na defesa dos direitos.

Estamos em ano eleitoral e a Federação tem o objetivo de reunir os filiados e formatar propostas para que possamos discutir com os eventuais candidatos qual a linha de atuação e qual o comprometimento deles em defesa da classe trabalhadora, pois a classe hoje está num estado de vulnerabilidade no Brasil, não só pela questão do desemprego, mas também pela insegurança jurídica que a reforma trabalhista gerou. Não se sabe ainda como o trabalhador vai conseguir se defender de todo esse processo de flexibilização, mas uma certeza nós temos: o sindicato era a referência para o trabalhador no passado e vai continuar sendo no futuro”, ressaltou.
 

Fetracos-RSCrédito: Sindicato

Foram dois dias de atividades, 11 e 11, que integrou dirigentes, funcionários de sindicatos e operadores do Direito no Sindec Porto Alegre.

As palestras trataram de temas referente à nova legislação trabalhista. Entre os palestrantes estavam Zilmara Alencar, advogada consultora do DIAP; André Luís dos Santos, jornalista e analista político do DIAP e André Luiz Grandizoli, Auditor Fiscal do Trabalho. O evento também contou com dinâmicas e um planejamento estratégico liderado pelas Psicólogas Priscila Braga e Simone Trindade.

O Presidente em exercício da Fetracos-RS, Dionísio Mazuí, agradeceu a todos pela participação e fez uma análise do evento.

“Nós soubemos que o conjunto do movimento sindical vivencia um momento de dificuldades, até mesmo de encaminhamento de ações mais concretas com relação a essa série de entraves impostos pela Reforma Trabalhista, pelo mercado, pelo próprio governo que aí está e pelo fato de termos hoje no país, quase 14 milhões de desempregados.

A nossa Federação preocupada em construir ferramentas que permitam os sindicatos filiados a enfrentar essas dificuldades, construiu esse seminário com o objetivo de treinar funcionários, diretores e operadores do direito, com esclarecimentos e informações que permitam que se transformem em ferramentas para a defesa da atividade sindical para o encaminhamento das propostas da entidade e para a construção de uma relação entre o sindicato e seus representados de forma que o trabalhador possa ver no sindicato uma trincheira na defesa dos direitos.

Estamos em ano eleitoral e a Federação tem o objetivo de reunir os filiados e formatar propostas para que possamos discutir com os eventuais candidatos qual a linha de atuação e qual o comprometimento deles em defesa da classe trabalhadora, pois a classe hoje está num estado de vulnerabilidade no Brasil, não só pela questão do desemprego, mas também pela insegurança jurídica que a reforma trabalhista gerou. Não se sabe ainda como o trabalhador vai conseguir se defender de todo esse processo de flexibilização, mas uma certeza nós temos: o sindicato era a referência para o trabalhador no passado e vai continuar sendo no futuro”, ressaltou.