Infelizmente a queda nas arrecadações não permitirá o funcionamento de todos os serviços mantidos ao longo dos últimos anos
Sindec PoaCrédito: Arquivo

Após um mês com as portas fechadas em virtude do impacto da MP 873, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre comunica que irá retornar suas atividades nesta quinta-feira, 18 de abril. Infelizmente a queda nas arrecadações não permitirá o funcionamento de todos os serviços mantidos ao longo dos últimos anos.

O novo cenário é o resultado dos ataques do governo à liberdade sindical, apoiados pela classe patronal que se fortalece cada vez mais, promovendo a ideia de que os sindicatos são os vilões e só pensam em arrecadar o dinheiro do trabalhador. Porém, a real intenção por trás desse discurso é de enfraquecimento das entidades, para que, com a insegurança jurídica, as relações de trabalho sejam precarizadas, beirando um cenário de escravidão e deixando o trabalhador desamparado sem ter a quem recorrer.

Mesmo diante da crítica situação manteremos como prioridade fazer valer os direitos dos comerciários assegurados em Convenção Coletiva. Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas é possível entrar em contato pelo telefone 3254 5500.

Sindec PoaCrédito: Arquivo

Após um mês com as portas fechadas em virtude do impacto da MP 873, o Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Alegre comunica que irá retornar suas atividades nesta quinta-feira, 18 de abril. Infelizmente a queda nas arrecadações não permitirá o funcionamento de todos os serviços mantidos ao longo dos últimos anos.

O novo cenário é o resultado dos ataques do governo à liberdade sindical, apoiados pela classe patronal que se fortalece cada vez mais, promovendo a ideia de que os sindicatos são os vilões e só pensam em arrecadar o dinheiro do trabalhador. Porém, a real intenção por trás desse discurso é de enfraquecimento das entidades, para que, com a insegurança jurídica, as relações de trabalho sejam precarizadas, beirando um cenário de escravidão e deixando o trabalhador desamparado sem ter a quem recorrer.

Mesmo diante da crítica situação manteremos como prioridade fazer valer os direitos dos comerciários assegurados em Convenção Coletiva. Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas é possível entrar em contato pelo telefone 3254 5500.