Os presidentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, CSB, NCST e Intersindical manifestaram apoio ao candidato petista à presidência da República e entregaram um manifesto a Haddad
HaddadCrédito: Arquivo Força Sindical

Miguel  Torres, presidente interino da Força Sindical, relatou que na segunda-feira a direção nacional  da Central  aprovou em reunião em qual lado iria se posicionar. “Decidimos que seria o lado do progresso, da democracia, do desenvolvimento e do futuro do País. Estamos de corpo e alma na campanha de Fernando Haddad (candidato a presidente)   e Manuela d’Ávila (candidata a vice-presidente)”, afirmou.

 “Não queremos ficar em cima do muro: de um lado está o desenvolvimento e do outro lado, o atraso. O movimento sindical tem sofrido ataques diários de uma política reacionária do atual governo. O que se projeta é piorar esse quadro. Já fala que tem que escolher entre trabalho e direitos, férias e 13º.Temos obrigação de abrir os olhos dos trabalhadores, o que vai acontecer com o outro lado. Temos obrigação de colocar o País num rumo de crescimento”, ressaltou Miguel Torres.Ele também citou os nomes dos representantes da Força que estavam presentes no evento.

João  Carlos Gonçalves Juruna, secretário-geral da Força, destacou que além do manifesto as centrais também entregariam a Haddad a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, documento que foi entregue aos candidatos a presidente. O que foi feito em seguida pelos sindicalistas.

Haddad lembrou que sempre negociou acordos para beneficiar os trabalhadores quando foi ministro da Educação e prefeito de São Paulo. Ele ressaltou que  “estamos há dois anos vivendo retrocesso na legislação trabalhista e congelamento de gastos. O povo pede mais saúde, educação e  segurança”. E alfinetando seu oponente disse: “ Não vai ser cortando direitos que vai  reativar a economia. A economia cresce é com salários. Quero tornar o povo parte da solução e não parte do problema. Tornar o povo parte da solução e não parte do problema. Não é  arma que vai resolver. Precisa é carteira de trabalho numa mão e um livro na outra”.

Clique aqui e veja o manifesto entregue ao candidato Fernado Haddad
 

HaddadCrédito: Arquivo Força Sindical

Miguel  Torres, presidente interino da Força Sindical, relatou que na segunda-feira a direção nacional  da Central  aprovou em reunião em qual lado iria se posicionar. “Decidimos que seria o lado do progresso, da democracia, do desenvolvimento e do futuro do País. Estamos de corpo e alma na campanha de Fernando Haddad (candidato a presidente)   e Manuela d’Ávila (candidata a vice-presidente)”, afirmou.

 “Não queremos ficar em cima do muro: de um lado está o desenvolvimento e do outro lado, o atraso. O movimento sindical tem sofrido ataques diários de uma política reacionária do atual governo. O que se projeta é piorar esse quadro. Já fala que tem que escolher entre trabalho e direitos, férias e 13º.Temos obrigação de abrir os olhos dos trabalhadores, o que vai acontecer com o outro lado. Temos obrigação de colocar o País num rumo de crescimento”, ressaltou Miguel Torres.Ele também citou os nomes dos representantes da Força que estavam presentes no evento.

João  Carlos Gonçalves Juruna, secretário-geral da Força, destacou que além do manifesto as centrais também entregariam a Haddad a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, documento que foi entregue aos candidatos a presidente. O que foi feito em seguida pelos sindicalistas.

Haddad lembrou que sempre negociou acordos para beneficiar os trabalhadores quando foi ministro da Educação e prefeito de São Paulo. Ele ressaltou que  “estamos há dois anos vivendo retrocesso na legislação trabalhista e congelamento de gastos. O povo pede mais saúde, educação e  segurança”. E alfinetando seu oponente disse: “ Não vai ser cortando direitos que vai  reativar a economia. A economia cresce é com salários. Quero tornar o povo parte da solução e não parte do problema. Tornar o povo parte da solução e não parte do problema. Não é  arma que vai resolver. Precisa é carteira de trabalho numa mão e um livro na outra”.

Clique aqui e veja o manifesto entregue ao candidato Fernado Haddad