O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal de Guarulhos (Stap) se reuniu na sexta (9) com o prefeito Guti, a fim de cobrar melhorias na segurança dos profissionais de Saúde que atuam na Unidade de Pronto Atendimento Paulista.
Servidores de GuarulhosCrédito: Agência Sindical

Participaram o presidente Pedro Zanotti Filho e os diretores Sara Santana e Rogério de Oliveira, que preside o Conselho Municipal de Saúde.

Além deles, o vereador Eduardo Barreto (PCdoB) e o secretário de Governo Paulo Carvalho. O caso mais recente ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento Paulista. “Dia 1° de março, enfermeiros e auxiliares de enfermagem da UPA Paulista foram agredidos fisicamente na sala de emergência da unidade”, conta Rogério. Ele informa que houve queixas também na UBS Haroldo Veloso.

Rogério avalia que as ocorrências decorrem de deficiências verificadas nas Unidades de Saúde. Segundo o diretor, em algumas a falta de medicamentos chega a 80% da demanda. “As deficiências são muitas. Isso gera irritação nos usuários, que descarregam no funcionalismo”, diz.

Segurança - “Precisamos do empenho da Guarda Civil Municipal em relação aos Servidores, principalmente nas localidades onde o índice de violência é maior. Os munícipes também correm riscos quando precisam ir às unidades instaladas nestes locais”, pondera o presidente Pedro.

Compromisso - “O prefeito se comprometeu a conversar com o Secretário de Segurança, Gilvan Passos, para solucionar o problema”, destaca Rogério.



 

Servidores de GuarulhosCrédito: Agência Sindical

Participaram o presidente Pedro Zanotti Filho e os diretores Sara Santana e Rogério de Oliveira, que preside o Conselho Municipal de Saúde.

Além deles, o vereador Eduardo Barreto (PCdoB) e o secretário de Governo Paulo Carvalho. O caso mais recente ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento Paulista. “Dia 1° de março, enfermeiros e auxiliares de enfermagem da UPA Paulista foram agredidos fisicamente na sala de emergência da unidade”, conta Rogério. Ele informa que houve queixas também na UBS Haroldo Veloso.

Rogério avalia que as ocorrências decorrem de deficiências verificadas nas Unidades de Saúde. Segundo o diretor, em algumas a falta de medicamentos chega a 80% da demanda. “As deficiências são muitas. Isso gera irritação nos usuários, que descarregam no funcionalismo”, diz.

Segurança - “Precisamos do empenho da Guarda Civil Municipal em relação aos Servidores, principalmente nas localidades onde o índice de violência é maior. Os munícipes também correm riscos quando precisam ir às unidades instaladas nestes locais”, pondera o presidente Pedro.

Compromisso - “O prefeito se comprometeu a conversar com o Secretário de Segurança, Gilvan Passos, para solucionar o problema”, destaca Rogério.