O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Uberlândia (Sindttrans), a Força Sindical Minas Gerais, Nova Central Sindical, FettroMinas e sindicatos afiliados realizam no dia 20 de março, a partir das 8 horas, no Trevão de Monte Alegre de Minas, na Rodovia BR 153 com BR 365 – Km 58, paralisação em Protesto contra o aumento abusivo nos preços dos combustíveis e contra a cobrança de pedágios em rodovias sem contrapartida de obras e melhorias de manutenção.
WhatsApp Image 2018-03-05 at 09.53.20Crédito: Sindttrans

De acordo com o presidente do SINDTTRANS, Célio Moreira, a mobilização tem o objetivo de chamar a atenção das autoridades e do Poder Público. “O movimento tem como foco mostrar que em alguns postos do estado o combustível revendido ultrapassa a marca de 50% de impostos em seu preço final. Com isso, o custo para o setor de transporte fica insustentável, pois o aumento é repassado aos produtos consumidos, afetando a classe trabalhadora e toda sociedade”, afirmou.

O movimento ainda cobra maior fiscalização por parte do Governo nas estradas privatizadas. “O estado de conservação das estradas está lastimável. No trecho que liga Uberlândia a Belo Horizonte, na BR 262, há cobrança de pedágio desde a sua privatização e até o momento não houve nenhuma obra de melhoria. Podemos dar como exemplo a serra de Luz, que requer a duplicação imediata, sequer construíram uma terceira faixa para minimizar os transtornos dos motoristas. Outro problema está nas proximidades dos municípios de Araxá e Perdizes, onde, devido aos inúmeros buracos na pista, há formação de filas de veículos com pneus estourados”, salientou Célio.




 

WhatsApp Image 2018-03-05 at 09.53.20Crédito: Sindttrans

De acordo com o presidente do SINDTTRANS, Célio Moreira, a mobilização tem o objetivo de chamar a atenção das autoridades e do Poder Público. “O movimento tem como foco mostrar que em alguns postos do estado o combustível revendido ultrapassa a marca de 50% de impostos em seu preço final. Com isso, o custo para o setor de transporte fica insustentável, pois o aumento é repassado aos produtos consumidos, afetando a classe trabalhadora e toda sociedade”, afirmou.

O movimento ainda cobra maior fiscalização por parte do Governo nas estradas privatizadas. “O estado de conservação das estradas está lastimável. No trecho que liga Uberlândia a Belo Horizonte, na BR 262, há cobrança de pedágio desde a sua privatização e até o momento não houve nenhuma obra de melhoria. Podemos dar como exemplo a serra de Luz, que requer a duplicação imediata, sequer construíram uma terceira faixa para minimizar os transtornos dos motoristas. Outro problema está nas proximidades dos municípios de Araxá e Perdizes, onde, devido aos inúmeros buracos na pista, há formação de filas de veículos com pneus estourados”, salientou Célio.