Aconteceu na manhã desta terça-feira, 19, na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Uberlândia (SINDTTRANS), a assembleia de prestação de contas da entidade.
DSC_0105 (2)Crédito: Arquivo

Estiveram presentes diretores e trabalhadores do setor de transporte, e as contas do ano de 2017, apreciadas pelo Conselho Fiscal, tiveram aprovação unânime dos participantes. “A aprovação unânime da nossa prestação de contas é fator que nos deixa muito gratos, pois é sinal que o trabalhador tem confiança na atuação da diretoria do Sindttrans”, comentou o presidente, Célio Moreira.

Na oportunidade, Moreira falou ainda sobre a atual conjuntura política e econômica do país, além dos desafios para o Sindicato, e consequentemente para a classe trabalhadora impostos pela reforma trabalhista. “A principal dificuldade vivenciada pelas entidades sindicais é de arrecadação, queda de receita, e por isso foi necessário realizar o ajuste e equilibrar receitas e despesas. Vamos continuar fazendo todos os ajustes necessários para nos adequar à nova realidade do país”, comentou ele.

Para o presidente, aproximadamente 70% dos sindicatos brasileiros deverão encerrar suas atividades em virtude da reforma trabalhista, que inviabilizou a estrutura sindical do Brasil. “Não tenho dúvida de que o SINDTTRANS estará entre os 30% das entidades que conseguirão se manter na ativa, devido ao trabalho dinâmico de uma diretoria que se esforça em busca de soluções e sabe fazer as negociações, além de buscar os recursos necessários para a sobrevivência do Sindttrans”, encerrou Moreira.
 

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Estiveram presentes diretores e trabalhadores do setor de transporte, e as contas do ano de 2017, apreciadas pelo Conselho Fiscal, tiveram aprovação unânime dos participantes. “A aprovação unânime da nossa prestação de contas é fator que nos deixa muito gratos, pois é sinal que o trabalhador tem confiança na atuação da diretoria do Sindttrans”, comentou o presidente, Célio Moreira.

Na oportunidade, Moreira falou ainda sobre a atual conjuntura política e econômica do país, além dos desafios para o Sindicato, e consequentemente para a classe trabalhadora impostos pela reforma trabalhista. “A principal dificuldade vivenciada pelas entidades sindicais é de arrecadação, queda de receita, e por isso foi necessário realizar o ajuste e equilibrar receitas e despesas. Vamos continuar fazendo todos os ajustes necessários para nos adequar à nova realidade do país”, comentou ele.

Para o presidente, aproximadamente 70% dos sindicatos brasileiros deverão encerrar suas atividades em virtude da reforma trabalhista, que inviabilizou a estrutura sindical do Brasil. “Não tenho dúvida de que o SINDTTRANS estará entre os 30% das entidades que conseguirão se manter na ativa, devido ao trabalho dinâmico de uma diretoria que se esforça em busca de soluções e sabe fazer as negociações, além de buscar os recursos necessários para a sobrevivência do Sindttrans”, encerrou Moreira.