O sindicato dos trabalhadores na construção civil, montagem e manutenção industrial (Sintracomos) iniciou as campanhas salariais deste ano, para 10 mil trabalhadores.
SintracomosCrédito: Sindicato
Tabloide do sindicato que convocou a categoria para seis assembleias

As assembleias, num total de seis, começaram na semana passada e terminam nesta quinta e sexta-feira (8 e 9). A data-base é maio e as assembleias definem as reivindicações.

A primeira delas foi para os cerca de 4 mil trabalhadores da construção predial, na terça-feira da semana passada (30). No mesmo dia, houve assembleia para os 400 empregados da Cohab Santos.

Na terça-feira desta semana (6), às 18h30, a assembleia foi para os 900 empregados da Prodesan, na sede do sindicato, na Rua Júlio Conceição, 102, Vila Mathias, Santos.

Na quarta-feira (7), a assembleia, às 18h30, na câmara municipal, foi para os 800 trabalhadores da Codesavi, empresa de economia mista da prefeitura de São Vicente.

Nesta quinta-feira (8), às 18 horas, a assembleia será para os 4 mil operários de montagem e manutenção industrial da região, na subsede do sindicato em Cubatão, na avenida Joaquim Miguel Couto, 337.

Por fim, nesta sexta-feira (9), às 17h30, na subsede de Praia Grande, na avenida 31 de março, a assembleia será para os 600 empregados da Termaq, que presta serviço à prefeitura.

Crise

O presidente do sindicato, ‘Macaé’ Marcos Braz de Oliveira, diz que o objetivo das campanhas é “cobrar salários equivalentes aos lucros das empresas e empreiteiras”.

“Diante da crise econômica, política e social, os trabalhadores precisam reforçar a luta, pois disso depende a manutenção das conquistas anteriores e de correções salariais justas”, diz o sindicalista.

Para Macaé, “as empresas querem que os trabalhadores sejam os únicos a pagar pela crise, mesmo não tendo culpa pelo que acontece de ruim no país”.

“Os empresários aproveitam esses momentos para dizer que não podem melhorar os salários e incentivam os políticos a retirar direitos trabalhistas, agravando a situação”, pondera.

“Não aceitamos. A campanha salarial é o momento certo para lutarmos por dias melhores, não permitindo retrocessos e exigindo ganhos mais dignos para o sustento de nossas famílias.”

As assembleias definirão o índice de reajuste, de aumento real, o valor do tíquete-refeição, da cesta-básica, o percentual das horas extras e diversos pontos econômicos e sociais.

 

SintracomosCrédito: Sindicato
Tabloide do sindicato que convocou a categoria para seis assembleias

As assembleias, num total de seis, começaram na semana passada e terminam nesta quinta e sexta-feira (8 e 9). A data-base é maio e as assembleias definem as reivindicações.

A primeira delas foi para os cerca de 4 mil trabalhadores da construção predial, na terça-feira da semana passada (30). No mesmo dia, houve assembleia para os 400 empregados da Cohab Santos.

Na terça-feira desta semana (6), às 18h30, a assembleia foi para os 900 empregados da Prodesan, na sede do sindicato, na Rua Júlio Conceição, 102, Vila Mathias, Santos.

Na quarta-feira (7), a assembleia, às 18h30, na câmara municipal, foi para os 800 trabalhadores da Codesavi, empresa de economia mista da prefeitura de São Vicente.

Nesta quinta-feira (8), às 18 horas, a assembleia será para os 4 mil operários de montagem e manutenção industrial da região, na subsede do sindicato em Cubatão, na avenida Joaquim Miguel Couto, 337.

Por fim, nesta sexta-feira (9), às 17h30, na subsede de Praia Grande, na avenida 31 de março, a assembleia será para os 600 empregados da Termaq, que presta serviço à prefeitura.

Crise

O presidente do sindicato, ‘Macaé’ Marcos Braz de Oliveira, diz que o objetivo das campanhas é “cobrar salários equivalentes aos lucros das empresas e empreiteiras”.

“Diante da crise econômica, política e social, os trabalhadores precisam reforçar a luta, pois disso depende a manutenção das conquistas anteriores e de correções salariais justas”, diz o sindicalista.

Para Macaé, “as empresas querem que os trabalhadores sejam os únicos a pagar pela crise, mesmo não tendo culpa pelo que acontece de ruim no país”.

“Os empresários aproveitam esses momentos para dizer que não podem melhorar os salários e incentivam os políticos a retirar direitos trabalhistas, agravando a situação”, pondera.

“Não aceitamos. A campanha salarial é o momento certo para lutarmos por dias melhores, não permitindo retrocessos e exigindo ganhos mais dignos para o sustento de nossas famílias.”

As assembleias definirão o índice de reajuste, de aumento real, o valor do tíquete-refeição, da cesta-básica, o percentual das horas extras e diversos pontos econômicos e sociais.