Paralisação começa em 200 canteiros de obras a partir da zero hora
RamalhoCrédito: Sindicato

O Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo) deflagrará greve ,a partir da zero hora de hoje, dia 15, por tempo indeterminado.  Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sintracon, explicou que a greve ocorrerá em virtude da intransigência do sindicato patronal (Sinduscon-SP) nas negociações da Convenção Coletiva deste ano.

“Desde janeiro estamos tentando negociar, mas os empregadores não avançam. Na verdade, querem aplicar a lei trabalhista, e não aceitamos que os trabalhadores sejam massacrados”, disse Ramalho.

Com data-base fixada em 1º de maio, a categoria reivindica a reposição da inflação e aumento real  de 2%. “Além de recusar a conceder este reajuste, os empresários querem que os trabalhadores negociem por empresas o café da manhã, o café da tarde, o almoço, o vale-cesta e o seguro de vida, enfim, os benefícios que constavam na Convenção”, afirmou Ramalho.

A categoria tem 270 mil trabalhadores em São Paulo e o sindicato estima parar 200 canteiros de obras hoje.

 

RamalhoCrédito: Sindicato

O Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo) deflagrará greve ,a partir da zero hora de hoje, dia 15, por tempo indeterminado.  Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sintracon, explicou que a greve ocorrerá em virtude da intransigência do sindicato patronal (Sinduscon-SP) nas negociações da Convenção Coletiva deste ano.

“Desde janeiro estamos tentando negociar, mas os empregadores não avançam. Na verdade, querem aplicar a lei trabalhista, e não aceitamos que os trabalhadores sejam massacrados”, disse Ramalho.

Com data-base fixada em 1º de maio, a categoria reivindica a reposição da inflação e aumento real  de 2%. “Além de recusar a conceder este reajuste, os empresários querem que os trabalhadores negociem por empresas o café da manhã, o café da tarde, o almoço, o vale-cesta e o seguro de vida, enfim, os benefícios que constavam na Convenção”, afirmou Ramalho.

A categoria tem 270 mil trabalhadores em São Paulo e o sindicato estima parar 200 canteiros de obras hoje.