Os sindicatos dos trabalhadores na construção civil, montagem e manutenção industrial (Sintracomos), petroleiros (Sindipetro) e metalúrgicos paralisarão a refinaria da Petrobras em Cubatão, por duas horas, nesta terça-feira (15).
Terceirizados de Cubatão: ‘Se for preciso, colocaremos a faca nos dentes’, diz MacaéCrédito: Arquivo sindicato

Os empregados diretos da refinaria Presidente Bernardes (Rpbc) e os operários de várias empresas terceirizadas ficarão nas duas principais portarias, das 7 às 9 horas, conversando com as diretorias dos três sindicatos sobre problemas comuns.

Segundo o presidente do Sintracomos, Macaé Marcos Braz de Oliveira, que estará com sua diretoria e a do Sindipetro na portaria 1, a paralisação foi motivada pela não participação da Rpbc numa reunião com os sindicatos nesta segunda-feira (14).

A reunião, explica o sindicalista, estava agendada há três meses. Ele reclama que dirigentes dos três sindicatos ficaram esperando e que os representantes da Petrobras não apareceram. “O pessoal ficou aguardando um tempão. É muito desrespeito”.

O encontro, segundo Macaé, seria para “uma negociação séria, franca e necessária sobre relações trabalhistas na estatal e nas empreiteiras. A reforma trabalhista trouxe graves problemas que precisam ser discutidos com respeito aos trabalhadores e seus dirigentes”.
 

Terceirizados de Cubatão: ‘Se for preciso, colocaremos a faca nos dentes’, diz MacaéCrédito: Arquivo sindicato

Os empregados diretos da refinaria Presidente Bernardes (Rpbc) e os operários de várias empresas terceirizadas ficarão nas duas principais portarias, das 7 às 9 horas, conversando com as diretorias dos três sindicatos sobre problemas comuns.

Segundo o presidente do Sintracomos, Macaé Marcos Braz de Oliveira, que estará com sua diretoria e a do Sindipetro na portaria 1, a paralisação foi motivada pela não participação da Rpbc numa reunião com os sindicatos nesta segunda-feira (14).

A reunião, explica o sindicalista, estava agendada há três meses. Ele reclama que dirigentes dos três sindicatos ficaram esperando e que os representantes da Petrobras não apareceram. “O pessoal ficou aguardando um tempão. É muito desrespeito”.

O encontro, segundo Macaé, seria para “uma negociação séria, franca e necessária sobre relações trabalhistas na estatal e nas empreiteiras. A reforma trabalhista trouxe graves problemas que precisam ser discutidos com respeito aos trabalhadores e seus dirigentes”.