A empresa, dona das marcas Perdigão e Sadia, vai demitir 350 funcionários do segundo turno de abate de perus e estuda conceder lay off (suspensão de contrato) por cinco meses após as férias coletivas de 1,4 mil funcionários, que começam no próximo dia 30 de julho.
Protesto amanhã em frente à BRF em São PauloCrédito: Divulgação

Para o presidente interino da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (CNTA/Afins), Artur Bueno de Camargo Júnior, a situação é preocupante.

“Essa é a reestruturação que o Pedro Parente chegou pra fazer dentro do grupo BRF. É uma reestruturação que vai cortar emprego daqueles que não têm nada a ver com a situação da empresa”, destaca o dirigente.

O abate de frangos, que é de 220 mil aves por dia, pode ser suspenso por seis meses, em caso de lay off. O abate de perus, que é de 30 mil por dia, deve continuar com exceção de um turno.

Artur Júnior falou quinta (5) à Rádio Web Agência Sindical que a reestruturação não para por aí. “A BRF ameaça demitir 5% dos funcionários de todas as plantas no País, que pode chegar a 4 mil empregados, fechando alguns locais de produção em Santa Catarina e Mato Grosso. É por isso que precisamos ter entidades sindicais fortes, para combater esse tipo de ação”, afirma.

A empresa fez um comunicado na última quinta (28) afirmando que a unidade vai continuar funcionando, mas com ajustes.

Mais informações: www.cntaafins.org.br

Protesto amanhã em frente à BRF em São PauloCrédito: Divulgação

Para o presidente interino da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação (CNTA/Afins), Artur Bueno de Camargo Júnior, a situação é preocupante.

“Essa é a reestruturação que o Pedro Parente chegou pra fazer dentro do grupo BRF. É uma reestruturação que vai cortar emprego daqueles que não têm nada a ver com a situação da empresa”, destaca o dirigente.

O abate de frangos, que é de 220 mil aves por dia, pode ser suspenso por seis meses, em caso de lay off. O abate de perus, que é de 30 mil por dia, deve continuar com exceção de um turno.

Artur Júnior falou quinta (5) à Rádio Web Agência Sindical que a reestruturação não para por aí. “A BRF ameaça demitir 5% dos funcionários de todas as plantas no País, que pode chegar a 4 mil empregados, fechando alguns locais de produção em Santa Catarina e Mato Grosso. É por isso que precisamos ter entidades sindicais fortes, para combater esse tipo de ação”, afirma.

A empresa fez um comunicado na última quinta (28) afirmando que a unidade vai continuar funcionando, mas com ajustes.

Mais informações: www.cntaafins.org.br