A Central Força Sindical inicia hoje (12) uma série de encontros com os candidatos à presidência da República. O pré-candidato do PDT, ex-governador Ciro Gomes, abre a maratona de debates. O encontro será na sede da Central (rua Rocha Pombo, 94, 4º andar, Liberdade, SP), às 10h30.
Bandeira da ForçaCrédito: Jaélcio Santana

A expectativa da Força é receber os seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas, para que apresentem suas propostas de governo aos trabalhadores.

Com trânsito fácil entre setores progressistas, o primeiro convidado vem se caracterizando por fazer fortes críticas ao neoliberalismo do governo Temer. Além disso, o pedetista tem afirmado, reiteradamente, que é contra a reforma trabalhista e pretende revogar a Lei 13.467/17 – que já rendeu ao governo uma investigação na Organização Internacional do Trabalho, por violações a normas internacionais.

Segundo Ciro Gomes, é preciso revogar a nova lei trabalhista, que na sua opinião só beneficia os empresários e desequilibra as relações capital-trabalho. “A geração de emprego e segurança jurídica, que foram apregoados pelos defensores da reforma trabalhista, foi uma grande mentira. O desemprego aumentou, assim como cresceu a informalidade", diz Ciro Gomes.

Em contato com a Agência Sindical, o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna), disse que as entidades sindicais “precisam manter relações institucionais com os candidatos”. “O sindicalismo precisa estar no debate das questões do País e da sociedade e isso passa pelas eleições e pelos candidatos com suas ideias”, afirma.

Dia 27 de abril, o pré-candidato esteve em dois eventos sindicais na capital paulista: um na União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outro no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Em ambos, bateu duro na lei trabalhista de Temer.

Em debate com os Metalúrgicos, afirmou: “O pacto que o País precisa tem de reunir a classe trabalhadora e o setor produtivo”. Ciro também criticou os juros altos, “que castigam o segmento produtivo”, e prometeu destravar o financiamento pelo BNDES.

Para o ex-ministro, a atualidade do trabalhismo é clara, “pois seus eixos são o nacionalismo, a proteção ao trabalho e o combate à pobreza”. Quanto ao projeto neoliberal, disparou: “Nem o FMI tem mais coragem de defender o neoliberalismo”.

Brasília - Dirigentes da CUT, Força, UGT, Nova Central, CTB, CSB e Intersindical estarão nesta terça (12) com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O convite partiu do parlamentar, que pretende conversar sobre geração de empregos com lideranças sindicais e dirigentes empresariais.

A Força será representada pelo 1º secretário Sérgio Luiz Leite (Serginho). Ele disse à Agência ter uma expectativa muito boa a respeito do encontro, “pois o convite partiu do presidente da Câmara".
 

Bandeira da ForçaCrédito: Jaélcio Santana

A expectativa da Força é receber os seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas, para que apresentem suas propostas de governo aos trabalhadores.

Com trânsito fácil entre setores progressistas, o primeiro convidado vem se caracterizando por fazer fortes críticas ao neoliberalismo do governo Temer. Além disso, o pedetista tem afirmado, reiteradamente, que é contra a reforma trabalhista e pretende revogar a Lei 13.467/17 – que já rendeu ao governo uma investigação na Organização Internacional do Trabalho, por violações a normas internacionais.

Segundo Ciro Gomes, é preciso revogar a nova lei trabalhista, que na sua opinião só beneficia os empresários e desequilibra as relações capital-trabalho. “A geração de emprego e segurança jurídica, que foram apregoados pelos defensores da reforma trabalhista, foi uma grande mentira. O desemprego aumentou, assim como cresceu a informalidade", diz Ciro Gomes.

Em contato com a Agência Sindical, o secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves (Juruna), disse que as entidades sindicais “precisam manter relações institucionais com os candidatos”. “O sindicalismo precisa estar no debate das questões do País e da sociedade e isso passa pelas eleições e pelos candidatos com suas ideias”, afirma.

Dia 27 de abril, o pré-candidato esteve em dois eventos sindicais na capital paulista: um na União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outro no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. Em ambos, bateu duro na lei trabalhista de Temer.

Em debate com os Metalúrgicos, afirmou: “O pacto que o País precisa tem de reunir a classe trabalhadora e o setor produtivo”. Ciro também criticou os juros altos, “que castigam o segmento produtivo”, e prometeu destravar o financiamento pelo BNDES.

Para o ex-ministro, a atualidade do trabalhismo é clara, “pois seus eixos são o nacionalismo, a proteção ao trabalho e o combate à pobreza”. Quanto ao projeto neoliberal, disparou: “Nem o FMI tem mais coragem de defender o neoliberalismo”.

Brasília - Dirigentes da CUT, Força, UGT, Nova Central, CTB, CSB e Intersindical estarão nesta terça (12) com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O convite partiu do parlamentar, que pretende conversar sobre geração de empregos com lideranças sindicais e dirigentes empresariais.

A Força será representada pelo 1º secretário Sérgio Luiz Leite (Serginho). Ele disse à Agência ter uma expectativa muito boa a respeito do encontro, “pois o convite partiu do presidente da Câmara".