Decisão sobre compra da fábrica de São Bernardo do Campo deve sair até outubro e sindicato prevê demissões

Segundo estimativas do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao menos 800 trabalhadores da fábrica da Ford de São Bernardo do Campo (ABC) poderão ser contratados para a unidade da Caoa, caso se confirme a negociação entre as duas empresas.

De acordo com a entidade, esse é o número de metalúrgicos necessários para “rodar uma linha de caminhões”. Atualmente cerca de 1.100 pessoas, na linha de caminhões e no setor administrativo, ainda trabalham na fábrica, que será fechada em outubro.

O prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, espera cerca de 850 contratações. Ele afirmou, em entrevista ao Agora, que a meta é manter na cidade todo o setor administrativo que hoje atua na Ford.

A montadora deve fechar as portas até o dia 31 de outubro, mas antes, no início de outubro, acaba o prazo de 45 dias previsto para fechar o negócio.

O governo do estado disse que, quando houve o anúncio da intenção de compra, a Caoa se comprometeu a contratar funcionários da Ford. Procurada, a Caoa informou que, por enquanto, há apenas a intenção de compra. A Ford não respondeu.

Saia Justa
Na última terça-feira (3), o governador João Dória marcou coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes para anunciar o futuro da fábrica no ABC paulista. Ele intensificou a pressão para que o grupo Caoa feche a compra da fábrica.

Pessoas próximas ao assunto dizem que a convocação foi feita sem avisar a Ford. O presidente da montadora para a América do Sul, Lyle Watters, acabou aceitando comparecer, mas não deu declarações.

Ele e sua equipe saíram sem responder a perguntas dos repórteres.
A situação gerou uma saia justa com a montadora americana, que alega que o contrato ainda está em discussão e reclama dos seguidos vaivéns da negociação.

Segundo estimativas do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ao menos 800 trabalhadores da fábrica da Ford de São Bernardo do Campo (ABC) poderão ser contratados para a unidade da Caoa, caso se confirme a negociação entre as duas empresas.

De acordo com a entidade, esse é o número de metalúrgicos necessários para “rodar uma linha de caminhões”. Atualmente cerca de 1.100 pessoas, na linha de caminhões e no setor administrativo, ainda trabalham na fábrica, que será fechada em outubro.

O prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, espera cerca de 850 contratações. Ele afirmou, em entrevista ao Agora, que a meta é manter na cidade todo o setor administrativo que hoje atua na Ford.

A montadora deve fechar as portas até o dia 31 de outubro, mas antes, no início de outubro, acaba o prazo de 45 dias previsto para fechar o negócio.

O governo do estado disse que, quando houve o anúncio da intenção de compra, a Caoa se comprometeu a contratar funcionários da Ford. Procurada, a Caoa informou que, por enquanto, há apenas a intenção de compra. A Ford não respondeu.

Saia Justa
Na última terça-feira (3), o governador João Dória marcou coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes para anunciar o futuro da fábrica no ABC paulista. Ele intensificou a pressão para que o grupo Caoa feche a compra da fábrica.

Pessoas próximas ao assunto dizem que a convocação foi feita sem avisar a Ford. O presidente da montadora para a América do Sul, Lyle Watters, acabou aceitando comparecer, mas não deu declarações.

Ele e sua equipe saíram sem responder a perguntas dos repórteres.
A situação gerou uma saia justa com a montadora americana, que alega que o contrato ainda está em discussão e reclama dos seguidos vaivéns da negociação.