A Força Sindical realizou, na manhã desta segunda-feira, 9, um encontro bilateral envolvendo sindicalistas da Central e representantes dos trabalhadores de St. Petersburgo. Na pauta, entre outros assuntos, conjuntura política e econômica do País e os impactos da reforma trabalhista.
IMG_3030Crédito: Arquivo

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, fez uma breve explanação sobre a atual situação do movimento sindical diante da recém aprovada reforma trabalhista e os seus impactos sobre os direitos dos trabalhadores brasileiros. “O sindicalismo brasileiro tem enfrentado a implantação de reformas que tem causado inúmeros prejuízos aos trabalhadores”, apontou ele.

O presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, traçou um panorama da atual conjuntura política e econômica do País e falou da necessidade do movimento sindical, em ano eleitoral, se unir para garantir e ampliar direitos. “O momento político pelo qual o País atravessa é conturbado, e devemos nos unir para ocupar um papel de protagonismo nas negociações em torno dos direitos trabalhistas”.

O secretário de Relações Internacionais e secretário-geral da ADS – Alternativa Democrática Sindical – Nilton Souza, Neco, destaca que fortalecer o intercâmbio e a cooperação bilateral entre trabalhadores russos e brasileiros fortalece a ação sindical nos dois países. “Devemos manter o intercâmbio de informação, comunicação, diálogo em temas de interesse comum e o apoio mútuo em questões multilaterais”, explica.

Durante sua explanação, o presidente da Federação dos Sindicatos de St. Petersburgo, Vladimir Derbin, falou sobre os desafios dos trabalhadores russos durante a transição do socialismo para o capitalismo na década de 90, quando a União Soviética foi transformada em diversos países e direitos trabalhistas foram retirados. “Tivemos de nos adaptar a um novo contexto político e econômico e desenvolver formas para manter nossa estrutura e dar continuidade à luta pelos direitos dos trabalhadores”.

Vladimir explicou que, atualmente, em St. Petersburgo, os trabalhadores sindicalizados têm o desconto de 1% da remuneração mensal. Este valor é distribuído entre Sindicatos (75%) e Federações (25%). “Tivemos muitas perdas durante este processo, mas hoje as entidades de trabalhadores têm conseguido se manter e garantir a luta pelos direitos trabalhistas.

Além do presidente da Federação dos Sindicatos de St. Petersburgo, estavam presentes o presidente do Sindicato da Construção Civil de St. Petersburgo, Georgii Para; o presidente do Sindicato dos Químicos de St. Petersburgo, Alexandr Paramonov; e o presidente do Sindicato da Saúde de St. Petersburgo, Iosif Eliovich. Pela Força Sindical estiveram presentes sindicalistas dos setores químico, metalúrgico, costureiras, construção civil, alimentação, comerciários e brinquedos.

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O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, fez uma breve explanação sobre a atual situação do movimento sindical diante da recém aprovada reforma trabalhista e os seus impactos sobre os direitos dos trabalhadores brasileiros. “O sindicalismo brasileiro tem enfrentado a implantação de reformas que tem causado inúmeros prejuízos aos trabalhadores”, apontou ele.

O presidente da Força Sindical e deputado federal, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, traçou um panorama da atual conjuntura política e econômica do País e falou da necessidade do movimento sindical, em ano eleitoral, se unir para garantir e ampliar direitos. “O momento político pelo qual o País atravessa é conturbado, e devemos nos unir para ocupar um papel de protagonismo nas negociações em torno dos direitos trabalhistas”.

O secretário de Relações Internacionais e secretário-geral da ADS – Alternativa Democrática Sindical – Nilton Souza, Neco, destaca que fortalecer o intercâmbio e a cooperação bilateral entre trabalhadores russos e brasileiros fortalece a ação sindical nos dois países. “Devemos manter o intercâmbio de informação, comunicação, diálogo em temas de interesse comum e o apoio mútuo em questões multilaterais”, explica.

Durante sua explanação, o presidente da Federação dos Sindicatos de St. Petersburgo, Vladimir Derbin, falou sobre os desafios dos trabalhadores russos durante a transição do socialismo para o capitalismo na década de 90, quando a União Soviética foi transformada em diversos países e direitos trabalhistas foram retirados. “Tivemos de nos adaptar a um novo contexto político e econômico e desenvolver formas para manter nossa estrutura e dar continuidade à luta pelos direitos dos trabalhadores”.

Vladimir explicou que, atualmente, em St. Petersburgo, os trabalhadores sindicalizados têm o desconto de 1% da remuneração mensal. Este valor é distribuído entre Sindicatos (75%) e Federações (25%). “Tivemos muitas perdas durante este processo, mas hoje as entidades de trabalhadores têm conseguido se manter e garantir a luta pelos direitos trabalhistas.

Além do presidente da Federação dos Sindicatos de St. Petersburgo, estavam presentes o presidente do Sindicato da Construção Civil de St. Petersburgo, Georgii Para; o presidente do Sindicato dos Químicos de St. Petersburgo, Alexandr Paramonov; e o presidente do Sindicato da Saúde de St. Petersburgo, Iosif Eliovich. Pela Força Sindical estiveram presentes sindicalistas dos setores químico, metalúrgico, costureiras, construção civil, alimentação, comerciários e brinquedos.