O encontro reuniu sindicalistas de países em desenvolvimento para trocar experiências, realizar oficinas, palestras e debates
Sindicalista gaúcha representa a Central em intercâmbio no Japão Crédito: Arquivo sindicato

A dirigente Izabel Garcia, Secretaria de Assuntos e Políticas Relacionadas aos Servidores Públicos da Força Sindical-RS e Diretora Nacional da Central, participou de 15 a 30 de outubro do programa de intercâmbio internacional promovido pela JILAF (Japan International Labour Fundation), na cidade de Fukui, Japão.

O encontro reuniu sindicalistas de países em desenvolvimento para trocar experiências, realizar oficinas, palestras e debates.
“Eu gostei muito da experiência. Pude fazer algumas comparações, e cheguei a conclusão que no Brasil, temos uma lei trabalhista com mais direitos para os trabalhadores, acredito que pela forma de atuação do sindicalismo brasileiro. No Japão os trabalhadores têm poucos direitos e são expostos a uma carga excessiva de trabalho”, avaliou.

Para Izabel, a Reforma Trabalhista aplicada aqui, deixa o Brasil mais parecido com o Japão em relação aos direitos, mas não equipara os dois países no quesito salário, no qual o Japão se sobressai com um mínimo que equivale a aproximadamente R$ 5 mil. A sindicalista ainda concluiu que a participação feminina nos sindicatos ainda é muito fraca por lá.
 

Sindicalista gaúcha representa a Central em intercâmbio no Japão Crédito: Arquivo sindicato

A dirigente Izabel Garcia, Secretaria de Assuntos e Políticas Relacionadas aos Servidores Públicos da Força Sindical-RS e Diretora Nacional da Central, participou de 15 a 30 de outubro do programa de intercâmbio internacional promovido pela JILAF (Japan International Labour Fundation), na cidade de Fukui, Japão.

O encontro reuniu sindicalistas de países em desenvolvimento para trocar experiências, realizar oficinas, palestras e debates.
“Eu gostei muito da experiência. Pude fazer algumas comparações, e cheguei a conclusão que no Brasil, temos uma lei trabalhista com mais direitos para os trabalhadores, acredito que pela forma de atuação do sindicalismo brasileiro. No Japão os trabalhadores têm poucos direitos e são expostos a uma carga excessiva de trabalho”, avaliou.

Para Izabel, a Reforma Trabalhista aplicada aqui, deixa o Brasil mais parecido com o Japão em relação aos direitos, mas não equipara os dois países no quesito salário, no qual o Japão se sobressai com um mínimo que equivale a aproximadamente R$ 5 mil. A sindicalista ainda concluiu que a participação feminina nos sindicatos ainda é muito fraca por lá.