28 de abril, é Dia Mundial em Memória as Vítimas de Acidentes de Trabalho, e para manifestar toda a indignação, o Conespi (Conselho das Entidades Sindicais de Piracicaba), realizou na manhã, do dia 27 de abril, um protesto pelas ruas da cidade.
28 de abril - Met de PiracicabaCrédito: Mateus Medeiros

Dirigentes sindicais de várias categorias, partiram da frente do mercado municipal, e seguiram até a praça José Bonifácio, com cartazes, faixas, reivindicando os altos indicies de mortes e acidentes. A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e região, esteve presente no evento, apoiando a manifestação.

Muitos participantes, vestiram-se de preto em forma de luto. Houve também uma dramatização teatral, sobre as mortes ocorridas. Foram colocados em diversos balões, os nomes das vítimas de acidentes. Um caixão e uma representação da morte, também esteve presente em todo o percurso.

A manifestação visa chamar a atenção para a atual situação e acende um sinal de alerta para a necessidade do trabalhador, em não aceitar trabalhos que coloquem suas vidas em riscos. Segundo Wagner da Silveira, Juca, presidente do Conespi e do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e região, “Saímos às ruas para denunciar e manifestar o nosso repúdio. Os sindicatos não aceitam mais tanta crueldade com os trabalhadores, por isto estamos na luta para reduzir os acidentes de trabalho, destacou.  

Dados do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Piracicaba (Cerest) revelam que Piracicaba registrou 7436 acidentes, em 2017, mais de 20 acidentes por dia, quase 1 por hora. 54 mortes de trabalhadores, nos últimos 5 anos. 45147, acidentes nos últimos 5 anos.

Para Denis Mota Alves, diretor do Sindicato e membro do Conespi, “tem que haver respeito pelas regras de segurança, por isto mais do nunca é necessário a conscientização de toda a sociedade”, disse.  

A Associação dos Metalúrgicos Aposentados de Piracicaba, também manifestou a sua indignação. Para Juraci Goes, presidente da Associação, “não podemos aceitar esta taxa tão alta de acidentes. Infelizmente existem muitas empresas, que não se preocupam com a proteção do trabalhador e não oferecem EPI”, comentou.
 

28 de abril - Met de PiracicabaCrédito: Mateus Medeiros

Dirigentes sindicais de várias categorias, partiram da frente do mercado municipal, e seguiram até a praça José Bonifácio, com cartazes, faixas, reivindicando os altos indicies de mortes e acidentes. A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e região, esteve presente no evento, apoiando a manifestação.

Muitos participantes, vestiram-se de preto em forma de luto. Houve também uma dramatização teatral, sobre as mortes ocorridas. Foram colocados em diversos balões, os nomes das vítimas de acidentes. Um caixão e uma representação da morte, também esteve presente em todo o percurso.

A manifestação visa chamar a atenção para a atual situação e acende um sinal de alerta para a necessidade do trabalhador, em não aceitar trabalhos que coloquem suas vidas em riscos. Segundo Wagner da Silveira, Juca, presidente do Conespi e do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Piracicaba e região, “Saímos às ruas para denunciar e manifestar o nosso repúdio. Os sindicatos não aceitam mais tanta crueldade com os trabalhadores, por isto estamos na luta para reduzir os acidentes de trabalho, destacou.  

Dados do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de Piracicaba (Cerest) revelam que Piracicaba registrou 7436 acidentes, em 2017, mais de 20 acidentes por dia, quase 1 por hora. 54 mortes de trabalhadores, nos últimos 5 anos. 45147, acidentes nos últimos 5 anos.

Para Denis Mota Alves, diretor do Sindicato e membro do Conespi, “tem que haver respeito pelas regras de segurança, por isto mais do nunca é necessário a conscientização de toda a sociedade”, disse.  

A Associação dos Metalúrgicos Aposentados de Piracicaba, também manifestou a sua indignação. Para Juraci Goes, presidente da Associação, “não podemos aceitar esta taxa tão alta de acidentes. Infelizmente existem muitas empresas, que não se preocupam com a proteção do trabalhador e não oferecem EPI”, comentou.