Metalúrgicos de Osasco homenageiam as vítimas de acidentes de trabalho e articulam a luta contra o desmantelamento da fiscalização do Ministério do Trabalho e contra o pente-fino que o INSS realiza e que já cortou 80% dos auxílio-doença analisados.
dia 28 de abrilCrédito: Arquivo sindicato

Tudo isso acontece neste sábado, 28, Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho.

Em 2016, nada menos que 700 mil trabalhadores tinham sido vítimas da negligência de empresas com a saúde e segurança de seus empregados. Negligência que é agravada e favorecida pelo sucateamento do Ministério do Trabalho.

São vítimas de uma organização do trabalho que explora e adoece, agravada pela falta de acesso a direitos básicos como Saúde e Educação, achatamento da renda e informalidade. Fatores examinados no livro “De que adoecem e morrem os trabalhadores na era dos monopólios”, que será lançado no ato. A obra é escrita por um conjunto de especialistas, sob coordenação do médico Herval Pina Ribeiro.

Para os trabalhadores que conseguem superar a barreira de conseguir comprovar o acidente de trabalho e receber um benefício junto a Previdência, ainda há outra: manter o auxílio-doença, diante do pente fino promovido pelo INSS, em que peritos recebem a mais para realizar a análise.

O ato também faz parte das atividades “1968+50: A luta continua”, que celebra os 50 anos da Greve de Osasco, greve que representou uma afronta a ditadura e que tinha como pauta reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho e saúde e segurança, em empresas como a Cobrasma.

Para participar, é preciso se inscrever, na sede (11) 3651-7200 (r. 7223) ou celia.assessoria@sindmetal.org.br. Haverá transporte das subsedes para a sede, mediante inscrição.

 

dia 28 de abrilCrédito: Arquivo sindicato

Tudo isso acontece neste sábado, 28, Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes de Trabalho.

Em 2016, nada menos que 700 mil trabalhadores tinham sido vítimas da negligência de empresas com a saúde e segurança de seus empregados. Negligência que é agravada e favorecida pelo sucateamento do Ministério do Trabalho.

São vítimas de uma organização do trabalho que explora e adoece, agravada pela falta de acesso a direitos básicos como Saúde e Educação, achatamento da renda e informalidade. Fatores examinados no livro “De que adoecem e morrem os trabalhadores na era dos monopólios”, que será lançado no ato. A obra é escrita por um conjunto de especialistas, sob coordenação do médico Herval Pina Ribeiro.

Para os trabalhadores que conseguem superar a barreira de conseguir comprovar o acidente de trabalho e receber um benefício junto a Previdência, ainda há outra: manter o auxílio-doença, diante do pente fino promovido pelo INSS, em que peritos recebem a mais para realizar a análise.

O ato também faz parte das atividades “1968+50: A luta continua”, que celebra os 50 anos da Greve de Osasco, greve que representou uma afronta a ditadura e que tinha como pauta reajuste salarial e melhoria das condições de trabalho e saúde e segurança, em empresas como a Cobrasma.

Para participar, é preciso se inscrever, na sede (11) 3651-7200 (r. 7223) ou celia.assessoria@sindmetal.org.br. Haverá transporte das subsedes para a sede, mediante inscrição.