O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna) participou da abertura do Econtro Sindical Futuro do Trabalho, realizado no Ministério da Economia, em Brasília. A atividade faz parte do VIII Fórum Brics Sindical: Futuro do Trabalho com Direitos e Emprego, meio Ambiente, Multilateralismo e os Brics no contexto global.
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Juruna, em seu pronunciamento, destacou os ataques organizados a partir do governo e de importantes setores políticos e empresariais, contra direitos consagrados dos trabalhadores, os direitos sociais e o meio-ambiente, contra a organização sindical e as normas internacionais do trabalho.

O sindicalista destacou ainda que desde 2014, quando o Brasil ainda era presidido por Dilma Roussef, o país enfrenta períodos de recessão e de crescimento econômico reduzido, o que levou a taxa de desemprego a níveis insuportáveis, atingindo atualmente cerca de 13% da população economicamente ativa. "A elevada taxa de desemprego aliada às crescentes taxas de trabalho informal e precarizado, são consequências diretas das políticas de ajuste macroeconômicos preconizadas por organismos internacionais e colocadas em prática desde então, que buscam descarregar todo o ônus do ajuste fiscal nas costas dos trabalhadores, dos aposentados e dos mais pobres, quando já é sabido que geração de empregos de qualidade, salários crescentes e mais direitos dependem do crescimento sustentado e vigoroso da economia e da melhoria do ambiente de negócios", alertou Juruna.

Confira a íntegra do pronunciamento

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Juruna, em seu pronunciamento, destacou os ataques organizados a partir do governo e de importantes setores políticos e empresariais, contra direitos consagrados dos trabalhadores, os direitos sociais e o meio-ambiente, contra a organização sindical e as normas internacionais do trabalho.

O sindicalista destacou ainda que desde 2014, quando o Brasil ainda era presidido por Dilma Roussef, o país enfrenta períodos de recessão e de crescimento econômico reduzido, o que levou a taxa de desemprego a níveis insuportáveis, atingindo atualmente cerca de 13% da população economicamente ativa. "A elevada taxa de desemprego aliada às crescentes taxas de trabalho informal e precarizado, são consequências diretas das políticas de ajuste macroeconômicos preconizadas por organismos internacionais e colocadas em prática desde então, que buscam descarregar todo o ônus do ajuste fiscal nas costas dos trabalhadores, dos aposentados e dos mais pobres, quando já é sabido que geração de empregos de qualidade, salários crescentes e mais direitos dependem do crescimento sustentado e vigoroso da economia e da melhoria do ambiente de negócios", alertou Juruna.

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