As centrais sindicais junto com associações do setor produtivo e sindicatos patronais articularam com o governador de São Paulo, João Doria, a criação de uma carta fazendo considerações sobre demora do governo na vacinação contra a Covid-19.
vacina_liv01Crédito: Marcelo Pinto/APlateia (Fotos Públicas)

A carta foi lançada com o tema “Brasil unido para proteger a vida”. Nela as centrais Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST, ao lado de associações como Abrinq (brinquedos), Sindusfarma, SindusTextil, Intituto Ethos, pedem:

Acelerar ao máximo o processo de vacinação da população, tanto em termos de variedades de vacina quanto em quantidade, por meio do Programa Nacional de Imunização. Precisamos de mais vacinas.

Implementar as medidas necessárias para contenção da evolução da pandemia, incluindo ações de lockdown, isolamento social, uso de máscara, distanciamento e protocolos sanitários para proteger a saúde e a vida.

Aprovar o Auxílio Emergencial de R$ 600,00 com duração enquanto durar os efeitos econômicos da pandemia.
Renovar as medidas de proteção dos empregos e salários, efetivando e ampliando as medidas de apoio econômico às empresas, em especial micro, pequenas, médias.

Aportar os recursos financeiros necessários para o SUS atuar no enfrentamento adequado da crise sanitária.
Investir na coordenação ininterrupta e na articulação célere de iniciativas de gestão de crise, considerando sua urgência e emergência.

Leia aqui a carta: Unidos para Proteger a Vida

vacina_liv01Crédito: Marcelo Pinto/APlateia (Fotos Públicas)

A carta foi lançada com o tema “Brasil unido para proteger a vida”. Nela as centrais Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST, ao lado de associações como Abrinq (brinquedos), Sindusfarma, SindusTextil, Intituto Ethos, pedem:

Acelerar ao máximo o processo de vacinação da população, tanto em termos de variedades de vacina quanto em quantidade, por meio do Programa Nacional de Imunização. Precisamos de mais vacinas.

Implementar as medidas necessárias para contenção da evolução da pandemia, incluindo ações de lockdown, isolamento social, uso de máscara, distanciamento e protocolos sanitários para proteger a saúde e a vida.

Aprovar o Auxílio Emergencial de R$ 600,00 com duração enquanto durar os efeitos econômicos da pandemia.
Renovar as medidas de proteção dos empregos e salários, efetivando e ampliando as medidas de apoio econômico às empresas, em especial micro, pequenas, médias.

Aportar os recursos financeiros necessários para o SUS atuar no enfrentamento adequado da crise sanitária.
Investir na coordenação ininterrupta e na articulação célere de iniciativas de gestão de crise, considerando sua urgência e emergência.

Leia aqui a carta: Unidos para Proteger a Vida