É falacioso o artigo intitulado “Muito Prazer, somos a Fiesp”, de autoria de Paulo Skaf, presidente da Fiesp, publicado hoje (23 de janeiro) no jornal Folha de S. Paulo.

As afirmações do presidente da entidade patronal causam estranheza. É difícil entender o porque da Fiesp avalizar uma política econômica que destrói a indústria instalada no Brasil. Ano após ano a indústria tem perdido espaço no PIB nacional, com a transferência para o estrangeiro da produção e dos empregos de qualidade oferecidos pela indústria.

O país tem retornado à condição de exportador de matérias primas, a chamada reprimarização da economia, colaborando sobremaneira com a assustadora taxa de desemprego que contabiliza cerca de 13 milhões de desempregados e com o aumento da precarização do trabalho e da queda da massa salarial interna, travas que inibem os investimentos no setor produtivo, impedem a geração de novos postos de trabalho, penaliza milhões de famílias brasileiras pois diminui sua capacidade de consumo e seu bem-estar e compromete o crescimento econômico do país.

Parece evidente que o presidente da Fiesp tem colocado suas ambições político-partidárias à frente dos interesses do setor econômico que busca representar e da maioria do povo e do eleitorado que anseia por uma nova política orientada ao crescimento da economia, à geração de empregos, à reindustrialização do país, à defesa de sua soberania.

Vale também ressaltar da questão ambiental,  que o atual governo virou as costas, se curvando aos interesses de grupos que visam apenas explorar nossas riquezas e destruir nossas florestas. Skaf esquece, infelizmente, que precisamos de crescimento econômico e empregos para todos.

Miguel Torres – presidente da Força Sindical

As afirmações do presidente da entidade patronal causam estranheza. É difícil entender o porque da Fiesp avalizar uma política econômica que destrói a indústria instalada no Brasil. Ano após ano a indústria tem perdido espaço no PIB nacional, com a transferência para o estrangeiro da produção e dos empregos de qualidade oferecidos pela indústria.

O país tem retornado à condição de exportador de matérias primas, a chamada reprimarização da economia, colaborando sobremaneira com a assustadora taxa de desemprego que contabiliza cerca de 13 milhões de desempregados e com o aumento da precarização do trabalho e da queda da massa salarial interna, travas que inibem os investimentos no setor produtivo, impedem a geração de novos postos de trabalho, penaliza milhões de famílias brasileiras pois diminui sua capacidade de consumo e seu bem-estar e compromete o crescimento econômico do país.

Parece evidente que o presidente da Fiesp tem colocado suas ambições político-partidárias à frente dos interesses do setor econômico que busca representar e da maioria do povo e do eleitorado que anseia por uma nova política orientada ao crescimento da economia, à geração de empregos, à reindustrialização do país, à defesa de sua soberania.

Vale também ressaltar da questão ambiental,  que o atual governo virou as costas, se curvando aos interesses de grupos que visam apenas explorar nossas riquezas e destruir nossas florestas. Skaf esquece, infelizmente, que precisamos de crescimento econômico e empregos para todos.

Miguel Torres – presidente da Força Sindical