Exatos 1.500 trabalhadores da construção civil, montagem e manutenção industrial de Santos, baixada e litoral estão em dia com o sindicato para ir às urnas, em 17 e 18 de outubro, eleger a chapa única encabeçada pelo atual presidente, Macaé Marcos Braz de Oliveira.

A eleição renovará a diretoria em 45%, com 12 novos integrantes. “É um pessoal cheio de disposição, para animar as lutas dos próximos quatro anos”, diz Macaé. “Essa turma veio com a bola toda para alavancar as campanhas salariais, concretizar sonhos e vitórias”.
A chapa, com 28 cargos, tem seis mulheres, “essas que são incansáveis e obstinadas quando estão a fim de conquistar novos horizontes”, pondera o sindicalista. Da atual diretoria, saíram 11 e um desistiu.
“Os novos trarão toda potência, vigor e pujança para somar com a experiência dos antigos. Com o passar dos anos, eles assumirão e outros virão”, reflete Macaé. Os eleitos comandarão o sindicato entre 12 de fevereiro de 2020 e 11 de fevereiro de 2024.

Críticas ao governo
Esse período abrangerá todo o governo Bolsonaro e o primeiro ano do próximo presidente. “O governo atual e o anterior têm operado para retirar direitos dos trabalhadores, enfraquecer os sindicatos e entregar o patrimônio nacional ao capital estrangeiro”, avalia o dirigente.
“Fizeram as reformas trabalhista e previdenciária”, continua Macaé. “Com o pretexto de combater a corrupção, acabaram com as grandes empreiteiras da construção civil, montagem e manutenção industrial, aquelas que garantiam nossos empregos.”
“Diante desses ataques, precisamos de um sindicato cada vez mais forte, com diretoria e trabalhadores guerreiros. O Sintracomos completou 81 anos em 30 de agosto e tem o combate em seu ‘dna’. Nos próximos quatro anos, teremos de lutar muito”.
“A categoria foi a que mais sofreu com a crise de desindustrialização do país e desmonte das estatais”, lamenta o sindicalista. “Na região, já fomos 60 mil trabalhadores. Hoje, não passamos de 15 mil. Mais de 1,5 milhão perderam o emprego no país”.

Bandeira norte-americana
Para ele, “a crise é provocada pelo capital financeiro internacional e pela decisão dos Estados Unidos de desmantelar não apenas nossas indústrias, arrematando estatais a preço de banana, mas também destruir o agronegócio”.
“Para isso”, explica Macaé, “conta com um governo subserviente, cujo presidente chegou ao cúmulo de bater continência para a bandeira norte-americana. E com uma elite econômica também entreguista, que gosta do capitalismo financeiro não desenvolvimentista”.
“Quem alavanca o país é a construção civil e a agricultura. Ao lado dos trabalhadores do campo, incluída a lavoura familiar e os operadores de máquinas agrárias, estamos nós”.
“Juntos com os demais trabalhadores em suas diversas profissões, vivemos de esperança. E sabemos que as expectativas só se tornarão realidade com muita organização e luta popular.”

Solução é povo nas ruas
“O governo e seus favorecidos não continuarão impedindo o crescimento nacional e a distribuição de riqueza. Haveremos de expulsar os inimigos do poder e retomar nossa vocação de Brasil grande”, diz Macaé.
“Que os empresários abandonem as ideias malucas e entreguistas do governo e trabalhem pelo crescimento do ‘pib’ (produto interno bruto), tirando do desemprego mais de 12 milhões de brasileiros”.
“Não podemos apenas esperar as próximas eleições de 2020 e 2022, como se os eleitos fossem os salvadores da pátria. Os salvadores somos nós, nas ruas, com grandes manifestações e uma greve geral.”

Presidente pela quarta vez
Esta será a quarta vez de Macaé na presidência do sindicato. A primeira vez foi de 1998 a 2000, quando assumiu no falecimento do presidente José Luiz de Melo.
Em 2012, foi eleito presidente, função que exerce até hoje. Desde quando entrou na diretoria, em 1989, como suplente, passou por vários cargos, entre eles tesoureiro, vice-presidente e diretor de patrimônio.
Ainda com uma quantidade expressiva de representados, cerca de 15 mil, o Sintracomos é respeitado não apenas na baixada e litoral, mas em todo o estado paulista e diversos pontos do Brasil.
“Para mim”, diz Macaé, “é um orgulho enorme comandar um sindicato dessa grandeza e uma categoria dessa importância para o desenvolvimento do país”.

Força Sindical e também Feticom
Além de presidente do Sintracomos, Macaé coordena a central Força Sindical na baixada santista e litoral, que tem mais de 30 sindicatos filiados de diversos setores profissionais.
“Também tenho muita honra pelo reconhecimento dos líderes sindicais que me guindaram ao cargo. Aprendo muito com cada um deles e utilizo o aprendizado nas lutas do Sintracomos”.
Macaé também é tesoureiro da Feticom, a federação estadual dos trabalhadores nas indústrias da construção e do mobiliário do estado de São Paulo, que tem
76 anos de lutas.
Esta é a quarta vez que o Sintracomos, com 81 anos de fundação, exerce um cargo na diretoria executiva da Feticom, que representa 42 entidades.

Constituição da chapa única
Diretoria executiva: Macaé Marcos Braz de Oliveira, presidente. Ramilson Manoel Elói, vice-presidente. João Brasílio Serragioli, secretário-geral.
Paula Liliane Monteiro Gomes ‘Lika’, secretária, Geraldino Cruz Nascimento, tesoureiro. Roberto Alves de Carvalho ‘Betão’, patrimônio. Laudelino de Oliveira Xavier ‘Gaúcho’, saúde e assistencial. Almir Marinho Costa, segurança, higiene e medicina do trabalho. Edson dos Santos ‘San’, eventos e lazer.
Suplentes da executiva: Leandro César dos Santos, Eraldo Severino da Silva Filho, Lindencleber Marcelino Alberto, Kleber Antônio Zuanette, João Leandro da Silva, Lauro Pereira de Jesus Júnior, Jackson José Gregório, Jonilson Maia da Silva e Mayra de Almeida.

Conselho e federação
Conselho fiscal efetivo: Clóves Alexandrino de Jesus, Roque Tomé de Oliveira Neto e Francisco Carlos Oliveira Silva. Suplentes: Leilaine Ribeiro da Silva, Maurizea dos Santos e Walquíria das Dores Oliveira do Nascimento.
Delegados na federação efetivos: Macaé Marcos Braz de Oliveira e Winiston Bitencourt Santos. Suplentes: Fernando Ferreira de Ávila e Ângela Maria Martins Campanário.

A eleição renovará a diretoria em 45%, com 12 novos integrantes. “É um pessoal cheio de disposição, para animar as lutas dos próximos quatro anos”, diz Macaé. “Essa turma veio com a bola toda para alavancar as campanhas salariais, concretizar sonhos e vitórias”.
A chapa, com 28 cargos, tem seis mulheres, “essas que são incansáveis e obstinadas quando estão a fim de conquistar novos horizontes”, pondera o sindicalista. Da atual diretoria, saíram 11 e um desistiu.
“Os novos trarão toda potência, vigor e pujança para somar com a experiência dos antigos. Com o passar dos anos, eles assumirão e outros virão”, reflete Macaé. Os eleitos comandarão o sindicato entre 12 de fevereiro de 2020 e 11 de fevereiro de 2024.

Críticas ao governo
Esse período abrangerá todo o governo Bolsonaro e o primeiro ano do próximo presidente. “O governo atual e o anterior têm operado para retirar direitos dos trabalhadores, enfraquecer os sindicatos e entregar o patrimônio nacional ao capital estrangeiro”, avalia o dirigente.
“Fizeram as reformas trabalhista e previdenciária”, continua Macaé. “Com o pretexto de combater a corrupção, acabaram com as grandes empreiteiras da construção civil, montagem e manutenção industrial, aquelas que garantiam nossos empregos.”
“Diante desses ataques, precisamos de um sindicato cada vez mais forte, com diretoria e trabalhadores guerreiros. O Sintracomos completou 81 anos em 30 de agosto e tem o combate em seu ‘dna’. Nos próximos quatro anos, teremos de lutar muito”.
“A categoria foi a que mais sofreu com a crise de desindustrialização do país e desmonte das estatais”, lamenta o sindicalista. “Na região, já fomos 60 mil trabalhadores. Hoje, não passamos de 15 mil. Mais de 1,5 milhão perderam o emprego no país”.

Bandeira norte-americana
Para ele, “a crise é provocada pelo capital financeiro internacional e pela decisão dos Estados Unidos de desmantelar não apenas nossas indústrias, arrematando estatais a preço de banana, mas também destruir o agronegócio”.
“Para isso”, explica Macaé, “conta com um governo subserviente, cujo presidente chegou ao cúmulo de bater continência para a bandeira norte-americana. E com uma elite econômica também entreguista, que gosta do capitalismo financeiro não desenvolvimentista”.
“Quem alavanca o país é a construção civil e a agricultura. Ao lado dos trabalhadores do campo, incluída a lavoura familiar e os operadores de máquinas agrárias, estamos nós”.
“Juntos com os demais trabalhadores em suas diversas profissões, vivemos de esperança. E sabemos que as expectativas só se tornarão realidade com muita organização e luta popular.”

Solução é povo nas ruas
“O governo e seus favorecidos não continuarão impedindo o crescimento nacional e a distribuição de riqueza. Haveremos de expulsar os inimigos do poder e retomar nossa vocação de Brasil grande”, diz Macaé.
“Que os empresários abandonem as ideias malucas e entreguistas do governo e trabalhem pelo crescimento do ‘pib’ (produto interno bruto), tirando do desemprego mais de 12 milhões de brasileiros”.
“Não podemos apenas esperar as próximas eleições de 2020 e 2022, como se os eleitos fossem os salvadores da pátria. Os salvadores somos nós, nas ruas, com grandes manifestações e uma greve geral.”

Presidente pela quarta vez
Esta será a quarta vez de Macaé na presidência do sindicato. A primeira vez foi de 1998 a 2000, quando assumiu no falecimento do presidente José Luiz de Melo.
Em 2012, foi eleito presidente, função que exerce até hoje. Desde quando entrou na diretoria, em 1989, como suplente, passou por vários cargos, entre eles tesoureiro, vice-presidente e diretor de patrimônio.
Ainda com uma quantidade expressiva de representados, cerca de 15 mil, o Sintracomos é respeitado não apenas na baixada e litoral, mas em todo o estado paulista e diversos pontos do Brasil.
“Para mim”, diz Macaé, “é um orgulho enorme comandar um sindicato dessa grandeza e uma categoria dessa importância para o desenvolvimento do país”.

Força Sindical e também Feticom
Além de presidente do Sintracomos, Macaé coordena a central Força Sindical na baixada santista e litoral, que tem mais de 30 sindicatos filiados de diversos setores profissionais.
“Também tenho muita honra pelo reconhecimento dos líderes sindicais que me guindaram ao cargo. Aprendo muito com cada um deles e utilizo o aprendizado nas lutas do Sintracomos”.
Macaé também é tesoureiro da Feticom, a federação estadual dos trabalhadores nas indústrias da construção e do mobiliário do estado de São Paulo, que tem
76 anos de lutas.
Esta é a quarta vez que o Sintracomos, com 81 anos de fundação, exerce um cargo na diretoria executiva da Feticom, que representa 42 entidades.

Constituição da chapa única
Diretoria executiva: Macaé Marcos Braz de Oliveira, presidente. Ramilson Manoel Elói, vice-presidente. João Brasílio Serragioli, secretário-geral.
Paula Liliane Monteiro Gomes ‘Lika’, secretária, Geraldino Cruz Nascimento, tesoureiro. Roberto Alves de Carvalho ‘Betão’, patrimônio. Laudelino de Oliveira Xavier ‘Gaúcho’, saúde e assistencial. Almir Marinho Costa, segurança, higiene e medicina do trabalho. Edson dos Santos ‘San’, eventos e lazer.
Suplentes da executiva: Leandro César dos Santos, Eraldo Severino da Silva Filho, Lindencleber Marcelino Alberto, Kleber Antônio Zuanette, João Leandro da Silva, Lauro Pereira de Jesus Júnior, Jackson José Gregório, Jonilson Maia da Silva e Mayra de Almeida.

Conselho e federação
Conselho fiscal efetivo: Clóves Alexandrino de Jesus, Roque Tomé de Oliveira Neto e Francisco Carlos Oliveira Silva. Suplentes: Leilaine Ribeiro da Silva, Maurizea dos Santos e Walquíria das Dores Oliveira do Nascimento.
Delegados na federação efetivos: Macaé Marcos Braz de Oliveira e Winiston Bitencourt Santos. Suplentes: Fernando Ferreira de Ávila e Ângela Maria Martins Campanário.