O Dieese lançou estudo nesta quinta-feira (7) dando conta de que, até dezembro de 2019, o pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira mais de R$ 214 bilhões.

De acordo com o órgão, este montante representa aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos; aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios.

Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese destaca que cerca de 81 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional, em média, de R$ 2.451.

As estimativas do Dieese foram estabelecidas com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do Ministério do Trabalho. “Consideramos também as informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), respectivamente da Previdência Social e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN)”, explica Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.

Por lei, o 13º precisa ser pago até dia 20 de dezembro. Porém, há diversas categorias que recebem adiantamento da primeira parcela em novembro.  No caso dos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o adiantamento foi pago entre agosto e setembro desse ano. A segunda parcela desse grupo cairá a partir de 24 de novembro.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, destaca o papel importante que o 13º exerce na vida dos trabalhadores e trabalhadoras, pois além de permitir que eles possam quitar suas dívidas ajuda a aquecer a economia ao possibilitar o consumo de diferentes tipos de produtos e serviços. “Devemos manter nossa luta para garantir este direito adquirido com muita mobilização”.

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, destaca que, graças à luta da classe trabalhadora, o 13º salário foi conquistado há mais de cinquenta anos. “Após pressão dos trabalhadores, o benefício foi instituído, em 1962, pelo presidente João Goulart. Agora, temos de nos unir para garantir a manutenção deste direito, que ajuda a aquecer a economia do País e, mais do que isto, permite que trabalhadores paguem suas dívidas”.

Confira o estudo completo no link: //bit.ly/33sBEoe.

 

De acordo com o órgão, este montante representa aproximadamente 3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos; aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios.

Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese destaca que cerca de 81 milhões de brasileiros serão beneficiados com rendimento adicional, em média, de R$ 2.451.

As estimativas do Dieese foram estabelecidas com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), ambos do Ministério do Trabalho. “Consideramos também as informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), respectivamente da Previdência Social e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN)”, explica Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Dieese.

Por lei, o 13º precisa ser pago até dia 20 de dezembro. Porém, há diversas categorias que recebem adiantamento da primeira parcela em novembro.  No caso dos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o adiantamento foi pago entre agosto e setembro desse ano. A segunda parcela desse grupo cairá a partir de 24 de novembro.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, destaca o papel importante que o 13º exerce na vida dos trabalhadores e trabalhadoras, pois além de permitir que eles possam quitar suas dívidas ajuda a aquecer a economia ao possibilitar o consumo de diferentes tipos de produtos e serviços. “Devemos manter nossa luta para garantir este direito adquirido com muita mobilização”.

João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical, destaca que, graças à luta da classe trabalhadora, o 13º salário foi conquistado há mais de cinquenta anos. “Após pressão dos trabalhadores, o benefício foi instituído, em 1962, pelo presidente João Goulart. Agora, temos de nos unir para garantir a manutenção deste direito, que ajuda a aquecer a economia do País e, mais do que isto, permite que trabalhadores paguem suas dívidas”.

Confira o estudo completo no link: //bit.ly/33sBEoe.