Segundo o sindicato, decisão beneficia cerca de 150 mil pessoas

A Justiça de São Paulo concedeu mais uma decisão contra a mudança feita pela Prefeitura de São Paulo em relação ao vale-transporte, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Em nota, a entidade diz que a Justiça concedeu o direito aos trabalhadores da categoria a fazer quatro viagens com o vale-transporte, em até duas horas, com tarifa única de R$ 4,30.

Com a mudança feita pela gestão Bruno Covas (PSDB), os usuários do vale-transporte têm direito a dois embarques em até três horas. Neste caso, a passagem custa R$ 4,57. Segundo a prefeitura, a diferença no valor das passagens deve ser paga pela empresa, e não pelo trabalhador.

Segundo o presidente do sindicato, Miguel Torres, a decisão vai beneficiar cerca de 150 mil metalúrgicos que moram ou trabalham na capital. "Não havia justificativa idônea para o tratamento diferenciado, quanto ao número de embarques feitos, entre os usuários de vale-transporte e os usuários comuns", disse Miguel.

Segundo o sindicato, a decisão, de segunda-feira (7), determina que a "autoridade coatora", no caso a Prefeitura de São Paulo, viabilize o direito aos metalúrgicos de 4 embarques no serviço de transporte público de São Paulo, com uma única tarifa, no prazo máximo de 48 horas.

A polêmica sobre o número de viagens no vale-transporte se arrasta na Justiça desde março, quando saiu a primeira decisão determinando que as mudanças feitas pela gestão Covas fossem revertidas, mas beneficiava apenas as autoras da ação.

A Justiça de São Paulo concedeu mais uma decisão contra a mudança feita pela Prefeitura de São Paulo em relação ao vale-transporte, segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes.

Em nota, a entidade diz que a Justiça concedeu o direito aos trabalhadores da categoria a fazer quatro viagens com o vale-transporte, em até duas horas, com tarifa única de R$ 4,30.

Com a mudança feita pela gestão Bruno Covas (PSDB), os usuários do vale-transporte têm direito a dois embarques em até três horas. Neste caso, a passagem custa R$ 4,57. Segundo a prefeitura, a diferença no valor das passagens deve ser paga pela empresa, e não pelo trabalhador.

Segundo o presidente do sindicato, Miguel Torres, a decisão vai beneficiar cerca de 150 mil metalúrgicos que moram ou trabalham na capital. "Não havia justificativa idônea para o tratamento diferenciado, quanto ao número de embarques feitos, entre os usuários de vale-transporte e os usuários comuns", disse Miguel.

Segundo o sindicato, a decisão, de segunda-feira (7), determina que a "autoridade coatora", no caso a Prefeitura de São Paulo, viabilize o direito aos metalúrgicos de 4 embarques no serviço de transporte público de São Paulo, com uma única tarifa, no prazo máximo de 48 horas.

A polêmica sobre o número de viagens no vale-transporte se arrasta na Justiça desde março, quando saiu a primeira decisão determinando que as mudanças feitas pela gestão Covas fossem revertidas, mas beneficiava apenas as autoras da ação.