O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, José Pereira dos Santos, criticou as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de extinção da Justiça do Trabalho. Ele alerta que os tribunais trabalhistas têm sido, ao longo dos anos, uma fonte regular de benefícios para a classe trabalhadora.
Pereira FacebookCrédito: Arquivo

Pereira lembra também o papel que este importante ramo do Judiciário desempenhou na pacificação social nos últimos setenta anos. O sindicalista menciona que a mediação justa e equilibrada dos conflitos entre capital e trabalho remonta às Comissões de Conciliação, criadas ainda no primeiro governo de Getúlio Vargas.

Segundo o dirigente, a justiça trabalhista entrou na mira do novo governo exatamente por representar uma barreira ao corte de direitos. O dirigente metalúrgico observa que o movimento sindical sempre deu prioridade à negociação, “mas respeitando o sagrado direito do trabalhador recorrer à Justiça”.

“O sindicalismo sempre criticou a demora na tramitação de processos e julgamentos, especialmente dissídios coletivos. Mas a crítica a um aspecto da casa não significa querer demolir a construção. Por isso, o movimento se soma a juízes, advogados e autoridades que reagem à ameaça de Bolsonaro”, diz Pereira.

Em artigo publicado recentemente, com o título “Respeito à Justiça do Trabalho” (veja no anexo), o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos frisa que não se pode acabar com as instituições, se nelas existirem problemas. “Os erros têm que ser corrigidos, mais as instituições devem permanecer”, afirma.

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Pereira lembra também o papel que este importante ramo do Judiciário desempenhou na pacificação social nos últimos setenta anos. O sindicalista menciona que a mediação justa e equilibrada dos conflitos entre capital e trabalho remonta às Comissões de Conciliação, criadas ainda no primeiro governo de Getúlio Vargas.

Segundo o dirigente, a justiça trabalhista entrou na mira do novo governo exatamente por representar uma barreira ao corte de direitos. O dirigente metalúrgico observa que o movimento sindical sempre deu prioridade à negociação, “mas respeitando o sagrado direito do trabalhador recorrer à Justiça”.

“O sindicalismo sempre criticou a demora na tramitação de processos e julgamentos, especialmente dissídios coletivos. Mas a crítica a um aspecto da casa não significa querer demolir a construção. Por isso, o movimento se soma a juízes, advogados e autoridades que reagem à ameaça de Bolsonaro”, diz Pereira.

Em artigo publicado recentemente, com o título “Respeito à Justiça do Trabalho” (veja no anexo), o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos frisa que não se pode acabar com as instituições, se nelas existirem problemas. “Os erros têm que ser corrigidos, mais as instituições devem permanecer”, afirma.