A conjuntura de ataques pesadamente imposta ao sindicalismo pelo atual governo, e o desfecho das negociações salariais dos frentistas de São Paulo, foram alguns dos assuntos tratados pelos dirigentes dos dezesseis sindicatos filiados à Fepospetro na última quinta-feira, 5, na sede da entidade, no bairro Vila Mariana, em São Paulo.
FepospetroCrédito: Fepospetro

“Foi porque temos representatividade e união que conseguimos evitar o desmonte da nossa convenção coletiva”, disse Luiz Arraes, sobre o conjunto de direitos que restou mantido apesar da Lei da reforma trabalhista (13.467/17), levada pelo sindicato patronal à negociação.

O presidente da Federação Estadual dos Frentistas (Fepospetro) e do Sinpospetro de Osasco/SP defendeu ainda que a luta contra a ofensiva neoliberal de enfraquecer, desacreditar e esvaziar os sindicatos exige dos dirigentes repensar a atuação, que deve estar  alinhada aos novos desafios e perfil de trabalhador. “A internet e suas redes sociais, por exemplo”, disse ele, “é ferramenta eficaz para conscientizar, se fazer presente na vida do trabalhador,  fazê-lo conhecer que  advém da luta do sindicato as conquistas e benefícios de que ele hoje desfruta”. E alertou : “Na atualidade, construir e manter com as  bases um efetivo relacionamento não é mais questão de opção, mas de sobrevivência”.

 

FepospetroCrédito: Fepospetro

“Foi porque temos representatividade e união que conseguimos evitar o desmonte da nossa convenção coletiva”, disse Luiz Arraes, sobre o conjunto de direitos que restou mantido apesar da Lei da reforma trabalhista (13.467/17), levada pelo sindicato patronal à negociação.

O presidente da Federação Estadual dos Frentistas (Fepospetro) e do Sinpospetro de Osasco/SP defendeu ainda que a luta contra a ofensiva neoliberal de enfraquecer, desacreditar e esvaziar os sindicatos exige dos dirigentes repensar a atuação, que deve estar  alinhada aos novos desafios e perfil de trabalhador. “A internet e suas redes sociais, por exemplo”, disse ele, “é ferramenta eficaz para conscientizar, se fazer presente na vida do trabalhador,  fazê-lo conhecer que  advém da luta do sindicato as conquistas e benefícios de que ele hoje desfruta”. E alertou : “Na atualidade, construir e manter com as  bases um efetivo relacionamento não é mais questão de opção, mas de sobrevivência”.