As Centrais Sindicais, neste momento de impasse nas negociações entre o governo federal e os caminhoneiros, decidem se colocar à disposição como mediadoras na busca de um acordo que solucione o caos social para o qual o País caminha.

A proposta do governo, de convocar as Forças Armadas como instrumento de repressão, é querer apagar fogo com gasolina, ou seja, só vai acirrar o conflito e dificultar uma solução equilibrada.
 
Queremos um acordo que leve em consideração a justa reivindicação dos trabalhadores e as necessidades do País.
 

São Paulo, 25 de maio de 2018
 

Vagner Freitas
Presidente da CUT
 
Paulo Pereira da Silva “Paulinho da Força”
Presidente da Força Sindical
 
Ricardo Patah
Presidente da UGT
 
Adilson Araújo
Presidente da CTB
 
José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central
 
Antonio Neto
Presidente da CSB



 

A proposta do governo, de convocar as Forças Armadas como instrumento de repressão, é querer apagar fogo com gasolina, ou seja, só vai acirrar o conflito e dificultar uma solução equilibrada.
 
Queremos um acordo que leve em consideração a justa reivindicação dos trabalhadores e as necessidades do País.
 

São Paulo, 25 de maio de 2018
 

Vagner Freitas
Presidente da CUT
 
Paulo Pereira da Silva “Paulinho da Força”
Presidente da Força Sindical
 
Ricardo Patah
Presidente da UGT
 
Adilson Araújo
Presidente da CTB
 
José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central
 
Antonio Neto
Presidente da CSB