Marca será alcançada um mês antes em relação a 2017. Estimativa é de que as contribuições fechem o ano em R$ 2,388 trilhões
impostometroCrédito: Arquivo

O Impostômetro, ferramenta que calcula o valor total pago em impostos, taxas e contribuições pelos brasileiros, vai atingir a marca de R$ 2 trilhões às 9h45 desta terça-feira (5), segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Neste ano, o valor será alcançado 30 dias antes em comparação com 2017, quando os R$ 2 trilhões só foram atingidos no dia 2 de dezembro. Em 2016, a marca foi registada em 29 de dezembro.

A estimativa da ACSP para arrecadação total com impostos e contribuições em 2018 é de R$ 2,388 trilhões, valor 10% superior aos R$ 2,172 trilhões registrados ao longo dos 12 meses do ano passado.

O presidente da ACSP, Alencar Burti, avalia que o aumento na arrecadação de impostos não vai impedir o rombo de R$ 100 bilhões nas contas públicas. “A equipe econômica do próximo governo precisa focar no controle das contas públicas, manter o teto dos gastos e estimular a privatização de empresas estatais, diminuindo o tamanho do Estado”, orienta.

Ao final desta terça-feira, o valor arrecadado pelo governo com impostos seria suficiente para pagar 50 durante 3,5 milhões de anos, comprar 54,7 milhões de carros populares ou distribuir mais de 4,6 bilhões de cestas básicas.

“Sem reforma tributária não adianta pensar no futuro”, defende relator.

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O Impostômetro, ferramenta que calcula o valor total pago em impostos, taxas e contribuições pelos brasileiros, vai atingir a marca de R$ 2 trilhões às 9h45 desta terça-feira (5), segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Neste ano, o valor será alcançado 30 dias antes em comparação com 2017, quando os R$ 2 trilhões só foram atingidos no dia 2 de dezembro. Em 2016, a marca foi registada em 29 de dezembro.

A estimativa da ACSP para arrecadação total com impostos e contribuições em 2018 é de R$ 2,388 trilhões, valor 10% superior aos R$ 2,172 trilhões registrados ao longo dos 12 meses do ano passado.

O presidente da ACSP, Alencar Burti, avalia que o aumento na arrecadação de impostos não vai impedir o rombo de R$ 100 bilhões nas contas públicas. “A equipe econômica do próximo governo precisa focar no controle das contas públicas, manter o teto dos gastos e estimular a privatização de empresas estatais, diminuindo o tamanho do Estado”, orienta.

Ao final desta terça-feira, o valor arrecadado pelo governo com impostos seria suficiente para pagar 50 durante 3,5 milhões de anos, comprar 54,7 milhões de carros populares ou distribuir mais de 4,6 bilhões de cestas básicas.

“Sem reforma tributária não adianta pensar no futuro”, defende relator.