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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Imprensa
Centrais sindicais protestam em Brasília
quarta-feira, 24 de maio de 2017
Imprensa
Crédito: Daniel Cardoso |
O governo do Distrito Federal prepara um forte esquema de segurança, com a revista de manifestantes, a proibição de bandeiras e o isolamento do Congresso.
As entidades sindicais devem fazer marchas por Brasília e um ato unificado próximo ao Congresso por volta das 13h, para pedir a retirada das reformas trabalhista e previdenciária da pauta do Congresso e para defender "Diretas Já". Segundo as centrais, cerca de 100 mil pessoas devem participar.
A Força Sindical disse que levará cerca de 20 mil trabalhadores, segundo o secretário-geral da entidade, João Carlos Gonçalves, o Juruna. "Vamos protestar contra as reformas e pedir para que os trabalhadores sejam levados em conta na busca de uma solução para a crise política", disse Juruna. A entidade fará a concentração dos trabalhadores a partir das 9h no Parque da Cidade e anunciou um discurso de Renan às 10h. A assessoria do senador não confirmou a informação até a noite de ontem.
O presidente da CUT, Vagner Freitas, criticou a articulação que tem sido feita por parlamentares em torno de uma eventual eleição indireta para a Presidência. "Querem tirar um golpista para colocar outro para fazer a reforma da Previdência e a trabalhista", afirmou. "Não queremos um golpe dentro do golpe. Se tiver eleição indireta, vai ter Fora [Rodrigo] Maia, Fora Cármen Lúcia, Fora qualquer um outro que não foi eleito pelo voto popular", disse Freitas, em Brasília. "O povo sabe que o Congresso tem mais de 300 indiciados e que elegeu Eduardo Cunha. Não vai aceitar que eleja o próximo presidente sem o voto popular".
No ato de hoje, haverá pontos de revista dos manifestantes e pelo menos 3 mil agentes de forças de segurança devem acompanhar o protesto. Quem for da rodoviária em direção ao Congresso, por exemplo, deverá passar por duas linhas de revista. O governo do Distrito Federal, comandado por Rodrigo Rollemberg (PSB), proibiu o porte de bandeiras nos protestos. A manifestação não poderá ser feita em frente ao Congresso, perto da área do espelho d'agua, como em manifestações anteriores. O limite será a avenida das Bandeiras.
O presidente da CUT protestou. "É uma atitude de provocação e vai trazer conturbação para a marcha das centrais logo no início", disse.
Essas regras estão previstas em um protocolo assinado recentemente pelo governo do Distrito Federal e a manifestação desta quarta-feira será a primeira com esse tipo de esquema de segurança, segundo o subsecretário de operações integradas, coronel Leonardo Sant'Anna. O uso de bombas de gás lacrimogêneo e de gás pimenta não foi descartado pelo coronel. "Esses instrumentos de uso progressivo da força dependem do ânimo de quem vai para esse evento", afirmou Sant'Anna.
O governo do Distrito Federal trabalha com a estimativa de público de 50 mil pessoas, a metade do que foi anunciado pelas centrais.
A CUT, Força Sindical, UGT, CSB, CTB e NCST estão unidas em torno do pedido de saída de Temer do cargo e das críticas às reformas. As centrais estavam afastadas desde o impeachment de Dilma Rousseff e se reaproximaram para construir a greve geral no fim de abril, contra as reformas trabalhista e da Previdência. As entidades sindicais não descartam fazer uma nova greve geral.





























