As seis principais Centrais Sindicais encaminharam dia 1º de janeiro Carta ao presidente Jair Bolsonaro, cobrando do governo entendimentos com o sindicalismo. No documento, CUT, Força Sindical, CSB, CTB, Nova Central e UGT reafirmam posições, defendem direitos e propõem diálogo. A Carta também menciona Federações e Confederações, reforçando o sistema Confederativo, conforme a Constituição de 1988.
Fiesp_Juruna_jajaCrédito: Jaélcio Santana

A Agência Sindical entrevistou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna). Ele atuou na produção da Carta e na articulação pelas assinaturas.

Alguns trechos da entrevista:

. Conversar com todos os Poderes
“Assim que forem definidos os presidentes da Câmara e Senado, devemos enviar Carta aos eleitos e buscar audiência. A mesma posição de diálogo vale para o Judiciário. O sindicalismo sempre dialogou com os Três Poderes da República, em torno de questões específicas ou para debater posições unitárias do movimento.”

. Por que buscar o diálogo
“Nossa Carta não discute a legitimidade dos eleitos. Nosso objetivo é mostrar que temos posições que precisam ser debatidas, principalmente as matérias ligadas diretamente aos trabalhadores ou que tenham impacto social. A Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, aprovada pelo conjunto do movimento em junho passado, é um roteiro importante, sem desconsiderar posições específicas de cada Central”.

. Mobilizações devem prosseguir
“A mobilização das bases e de setores sociais progressistas fazem parte da essência do sindicalismo. A negociação, com qualquer dos Poderes, não significa desmobilizar. Ao contrário. O anúncio que o governo tem feito de medidas contrárias aos trabalhadores e às conquistas sociais sinaliza que precisamos fortalecer a ação sindical e a mobilização”.

. Setores democráticos
“Temos também que aprofundar o diálogo com entidades do campo democrático, os partidos, os parlamentares. O governo fala em radicalizar a reforma trabalhista e eu pergunto: o que ficará no lugar, quantos empregos poderão ser gerados, que formas de contratação vão prevalecer, que Previdência restará aos brasileiros”?

CUT – No final de dezembro, Vagner Freitas, presidente da CUT, concedeu entrevista ao site do jornal espanhol “El País”, ao qual anunciou que a maior Central brasileira buscaria diálogo com o governo Bolsonaro. Veja matéria

Carta – Clique aqui e leia a íntegra

Fiesp_Juruna_jajaCrédito: Jaélcio Santana

A Agência Sindical entrevistou o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna). Ele atuou na produção da Carta e na articulação pelas assinaturas.

Alguns trechos da entrevista:

. Conversar com todos os Poderes
“Assim que forem definidos os presidentes da Câmara e Senado, devemos enviar Carta aos eleitos e buscar audiência. A mesma posição de diálogo vale para o Judiciário. O sindicalismo sempre dialogou com os Três Poderes da República, em torno de questões específicas ou para debater posições unitárias do movimento.”

. Por que buscar o diálogo
“Nossa Carta não discute a legitimidade dos eleitos. Nosso objetivo é mostrar que temos posições que precisam ser debatidas, principalmente as matérias ligadas diretamente aos trabalhadores ou que tenham impacto social. A Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, aprovada pelo conjunto do movimento em junho passado, é um roteiro importante, sem desconsiderar posições específicas de cada Central”.

. Mobilizações devem prosseguir
“A mobilização das bases e de setores sociais progressistas fazem parte da essência do sindicalismo. A negociação, com qualquer dos Poderes, não significa desmobilizar. Ao contrário. O anúncio que o governo tem feito de medidas contrárias aos trabalhadores e às conquistas sociais sinaliza que precisamos fortalecer a ação sindical e a mobilização”.

. Setores democráticos
“Temos também que aprofundar o diálogo com entidades do campo democrático, os partidos, os parlamentares. O governo fala em radicalizar a reforma trabalhista e eu pergunto: o que ficará no lugar, quantos empregos poderão ser gerados, que formas de contratação vão prevalecer, que Previdência restará aos brasileiros”?

CUT – No final de dezembro, Vagner Freitas, presidente da CUT, concedeu entrevista ao site do jornal espanhol “El País”, ao qual anunciou que a maior Central brasileira buscaria diálogo com o governo Bolsonaro. Veja matéria

Carta – Clique aqui e leia a íntegra