reunião centraisCrédito: Arquivo

Dirigentes das seis centrais sindicais, que organizaram o Dia Nacional de Luta contra as reformas da Previdência e Trabalhista, na quarta-feira (15), avaliaram nesta quinta-feira, na sede da UGT, em São Paulo, que o movimento foi um “golaço dos trabalhadores”.

Unanimidade na avaliação de que os protestos, manifestações e paralisações tiveram dimensão nacional como nunca vista nos últimos 15 anos. As bandeiras de luta contra as reformas da Previdência e trabalhista foram entendidas e aceitas pela população, apontaram os dirigentes.

Um ganho de mobilização foi alcançado. O próximo passo será de aumentar o corpo a corpo diante dos parlamentares que são responsáveis pela votação das reformas. Igualmente tomou-se a decisão de publicação de um anúncio nos principais jornais do país em agradecimento à adesão dos trabalhadores e do povo ao Dia Nacional de Luta.
 

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Dirigentes das seis centrais sindicais, que organizaram o Dia Nacional de Luta contra as reformas da Previdência e Trabalhista, na quarta-feira (15), avaliaram nesta quinta-feira, na sede da UGT, em São Paulo, que o movimento foi um “golaço dos trabalhadores”.

Unanimidade na avaliação de que os protestos, manifestações e paralisações tiveram dimensão nacional como nunca vista nos últimos 15 anos. As bandeiras de luta contra as reformas da Previdência e trabalhista foram entendidas e aceitas pela população, apontaram os dirigentes.

Um ganho de mobilização foi alcançado. O próximo passo será de aumentar o corpo a corpo diante dos parlamentares que são responsáveis pela votação das reformas. Igualmente tomou-se a decisão de publicação de um anúncio nos principais jornais do país em agradecimento à adesão dos trabalhadores e do povo ao Dia Nacional de Luta.