Os volumes incluem café verde, torrado e moído e café solúvel. Segundo o Cecafé, foram exportadas 3,091 milhões de sacas de café arábica (alta de 20,2% sobre outubro de 2017. Os embarques de café conilon totalizaram 364,715 mil sacas, com alta dealta de 1.796,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os embarques de café industrializado caíram 6,8%, para 290,942 mil sacas. O forte incremento das vendas externas de conilon no mês passado reflete a recuperação da safra no Espírito Santo, maior produtor da espécie no Brasil, após duas temporadas afetadas pela seca.

Apesar da alta nos volumes, a receita com as vendas externas de café em outubro ficou praticamente estável em relação a igual mês de 2017 (alta de 0,7%) e somou US$ 490,289 milhões. A razão é que o preço médio na exportação continua em queda, em decorrência da pressão nas cotações internacionais. Em outubro, o valor médio da saca foi US$ 130,86 por saca, 22% abaixo de igual mês de 2017.

No acumulado de janeiro a outubro, as exportações brasileiras de café alcançaram 27,501 milhões de sacas (café verde e industrializado), alta de 10,3% sobre igual intervalo de 2017. Mas com os preços internacionais deprimidos, a receita com exportações de café no período caiu 4,9%, para US$ 4,042 bilhões.

De acordo com o Cecafé, as vendas externas de arábica no período totalizaram 22,408 milhões de sacas, alta de 2,6% sobre janeiro a outubro de 2017. Os embarques de conilon, por sua vez, cresceram expressivos 874,5% no período, para 2,072 milhões de sacas. O avanço também reflete a retomada produção capixaba.

"Os volumes de exportação de café foram muito positivos no mês de outubro, registrando um novo recorde de volume mensal atingido. Continuamos com os problemas de rolagem dos embarques nos navios, caso contrário, poderíamos ter atingido o patamar de 4 milhões de sacas. Os dados indicam uma performance positiva para os próximos meses, encerrando o ano civil com bons resultados e consolidando cada vez mais a liderança do Brasil em volumes exportados e o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade", disse Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, em nota.

Os volumes incluem café verde, torrado e moído e café solúvel. Segundo o Cecafé, foram exportadas 3,091 milhões de sacas de café arábica (alta de 20,2% sobre outubro de 2017. Os embarques de café conilon totalizaram 364,715 mil sacas, com alta dealta de 1.796,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os embarques de café industrializado caíram 6,8%, para 290,942 mil sacas. O forte incremento das vendas externas de conilon no mês passado reflete a recuperação da safra no Espírito Santo, maior produtor da espécie no Brasil, após duas temporadas afetadas pela seca.

Apesar da alta nos volumes, a receita com as vendas externas de café em outubro ficou praticamente estável em relação a igual mês de 2017 (alta de 0,7%) e somou US$ 490,289 milhões. A razão é que o preço médio na exportação continua em queda, em decorrência da pressão nas cotações internacionais. Em outubro, o valor médio da saca foi US$ 130,86 por saca, 22% abaixo de igual mês de 2017.

No acumulado de janeiro a outubro, as exportações brasileiras de café alcançaram 27,501 milhões de sacas (café verde e industrializado), alta de 10,3% sobre igual intervalo de 2017. Mas com os preços internacionais deprimidos, a receita com exportações de café no período caiu 4,9%, para US$ 4,042 bilhões.

De acordo com o Cecafé, as vendas externas de arábica no período totalizaram 22,408 milhões de sacas, alta de 2,6% sobre janeiro a outubro de 2017. Os embarques de conilon, por sua vez, cresceram expressivos 874,5% no período, para 2,072 milhões de sacas. O avanço também reflete a retomada produção capixaba.

"Os volumes de exportação de café foram muito positivos no mês de outubro, registrando um novo recorde de volume mensal atingido. Continuamos com os problemas de rolagem dos embarques nos navios, caso contrário, poderíamos ter atingido o patamar de 4 milhões de sacas. Os dados indicam uma performance positiva para os próximos meses, encerrando o ano civil com bons resultados e consolidando cada vez mais a liderança do Brasil em volumes exportados e o compromisso com a qualidade e a sustentabilidade", disse Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé, em nota.