A participação de profissionais pretos e pardos no mercado de trabalho do país, em 2017, aumentou, na comparação com 2016. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho, o destaque ficou com o nível superior (completo e incompleto), no qual a margem cresceu 8,6% e 2,9%, respectivamente. Na mesma faixa de escolaridade, houve um aumento de 0,1% da mão de obra branca.
carteira de trabalhoCrédito: Arquivo

Em relação ao ensino médio (completo e incompleto), a Rais também apresentou um crescimento no número de vínculos formais de trabalhadores pretos (4,3%) e pardos (1,9%). No entanto, o maior avanço nesse nível de escolaridade foi percebido na modalidade raça/cor indígena, com um crescimento de 5%, na comparação com os dados de 2016.

Nas categorias branca e amarela, a análise apontou uma redução nas contratações, de -1,6% e -4,8%, respectivamente.

Entre as regiões com o maior número de contratações de pretos e pardos está a Sudeste, com 6,7 milhões de pessoas. Os setores com maior representatividade da mão de obra foram: Serviços (6.289.889), Comércio (3.529.199) e Indústria de Transformação (2.433.256).

Quanto aos indígenas, a maioria das contratações também ocorreu na região Sudeste, com 32.644 pessoas, e nos mesmos setores: Serviços (38.556), Comércio (14.331) e Indústria de Transformação (10.999).

Segundo o ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, os dados apontam um avanço na diminuição da desigualdade racial nos postos de trabalho.

“Estamos trabalhando para que esse tema seja prioritário em nossa pasta. É fundamental que a mão de obra brasileira seja qualificada e tenha oportunidade de atuação, independentemente dos critérios raça e cor”, afirmou, em nota.

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Em relação ao ensino médio (completo e incompleto), a Rais também apresentou um crescimento no número de vínculos formais de trabalhadores pretos (4,3%) e pardos (1,9%). No entanto, o maior avanço nesse nível de escolaridade foi percebido na modalidade raça/cor indígena, com um crescimento de 5%, na comparação com os dados de 2016.

Nas categorias branca e amarela, a análise apontou uma redução nas contratações, de -1,6% e -4,8%, respectivamente.

Entre as regiões com o maior número de contratações de pretos e pardos está a Sudeste, com 6,7 milhões de pessoas. Os setores com maior representatividade da mão de obra foram: Serviços (6.289.889), Comércio (3.529.199) e Indústria de Transformação (2.433.256).

Quanto aos indígenas, a maioria das contratações também ocorreu na região Sudeste, com 32.644 pessoas, e nos mesmos setores: Serviços (38.556), Comércio (14.331) e Indústria de Transformação (10.999).

Segundo o ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, os dados apontam um avanço na diminuição da desigualdade racial nos postos de trabalho.

“Estamos trabalhando para que esse tema seja prioritário em nossa pasta. É fundamental que a mão de obra brasileira seja qualificada e tenha oportunidade de atuação, independentemente dos critérios raça e cor”, afirmou, em nota.