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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
https://fsindical.org.br/forca/trabalhadores-devem-seguir-mobilizados-defende-miguel-torres/
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Canton (EUA): Metalúrgicos de Curitiba debatem situação dos trabalhadores da Nissan
segunda-feira, 1 de abril de 2013
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Arquivo SMC
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Dando continuidade ao intercâmbio de troca de informações e experiências com os metalúrgicos americanos, que estiveram aqui em dezembro passado, o SMC foi até os Estados Unidos para conhecer e debater a situação dos trabalhadores da fábrica da Nissan, situada em Canton, estado do Mississipi (EUA). O encontro foi realizado nos dias 17,18 e 19 de março e debateu: dificuldade em sindicalizar os trabalhadores da NISSAN EUA, práticas antissindicais da NISSAN EUA, medo dos trabalhadores, diferença das leis trabalhistas brasileiras e americanas, solidariedade dos brasileiros com os trabalhadores norte americanos.
O Sindicato, junto com uma delegação nacional, foi representado pelo diretor Paulo Pissinini, que conheceu de perto a situação dos metalúrgicos da América do Norte. “No que diz respeito a direitos trabalhistas é impressionante verificar como estamos muito a frente em relação aos norte-americamos, ainda mais em um país onde se prega a democracia”, ressaltou Paulo.
A indignação do dirigente sindical deve-se a realidade de um país onde a representação sindical não é obrigatória em vários estados, o que dificulta muito a luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho e salário. Lá, para ter a representação, é preciso que seja realizada na empresa uma eleição com voto aberto. Na maioria dos casos, o trabalhador acuado vota sob pressão dos patrões, favorecendo a empresa. Os companheiros que votam a favor da representação normalmente são demitidos arbitrariamente.
“Além disso, a montadora não precisa prestar contas à nenhuma entidade governamental sobre demissões. É bom lembrar que as empresas e o estado ainda assustam a população dizendo que o Sindicato pode retardar a economia”, ressalta o diretor de relações internacionais da United Auto Workers, o brasileiro Rafael Messias Guerra.
No final dos debates, os sindicatos assumiram ações no Brasil em defesa dos trabalhadores da Nissan norte-americana.





























