“Precisamos lembrar sempre isto, principalmente aos que entraram no mercado de trabalho depois da Constituição de 1988 e aos atuais jovens trabalhadores. O movimento sindical atuante é muito bom na organização de assembleias, negociações, lutas e conquistas para a classe trabalhadora", disse Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Torres, que é presidente também do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e da CNTM, alertou que o que falta ao movimento sindical é saber contar melhor a história do sindicalismo. "Precisamos ressaltar a todo momento que sem movimento sindical não há democracia, a exploração prevalecerá e teremos um futuro incerto para as próximas gerações.

Estas foram as palavras de Miguel Torres nesta terça, 18 de fevereiro, em Fortaleza, no programa Democracia no Ar, com apresentação da jornalista Marina Valente e presenças de Evandro Pinheiro, presidente do Sitramonti-Ceará, e Raimundo Nonato, presidente do Sintepav e da Força Sindical/CE.

Sobre a MP 905, Miguel Torres lembra que não é algo relevante nem urgente como prevê a Constituição para as medidas provisórias, e que, além de criar a carteira verde e amarela sem direitos, afronta inúmeros artigos da CLT e leis ordinárias, desconsidera o acidente de trajeto como acidente de trabalho, multa quem não vota em eleições sindicais, taxa 7,5% sobre o valor do seguro-desemprego, para beneficiar empresários que serão desonerados, e impõe o trabalho aos domingos sem compensações.

“Para os trabalhadores só a luta faz a lei. Este nosso lema tem o sentido de ampliar as ações unificadas de resistência contra os persistentes ataques aos direitos da classe trabalhadora e ao movimento sindical atuante, de lutas e conquistas. Buscamos, enfim, a retomada do desenvolvimento econômico do Brasil, com empregos de qualidade para todos, trabalho decente, distribuição de renda e riquezas, soberania, justiça e inclusão social”, diz Miguel Torres.

Para ele, a PEC 196 também é fundamental, pois prevê mudanças importantes nas estruturas sindicais, tornando-as mais atuantes, representativas e fortes nas negociações coletivas em defesa dos interesses da classe trabalhadora.

“Conseguimos, com os parlamentares, entre eles o deputado Paulinho da Força, avançar esta PEC 196 no Congresso Nacional. Precisamos agora pedir o apoio de todos os demais parlamentares para que a aprovem e garantam um novo sindicalismo de base, com os trabalhadores mais próximos das entidades”, diz Miguel Torres.

Reveja este programa do Democracia no Ar pelo Facebook

Debates e lançamento de livro sobre reforma sindical

Nesta terça, 18, às 15h, também ocorreu em Fortaleza, Ceará, um debate sobre Reforma Sindical com o procurador do trabalho Gerson Marques, Miguel Torres (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, CNTM e Força Sindical) e Paulo Régis, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região,.

Na ocasião foi relançado o livro “Reforma sindical: reflexões para um novo modelo”, de autoria de Gerson Marques.

O evento aconteceu na sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª Região (PRT-7ª Região).

 Fonte:  CNTM - 19/02/2020

 

Torres, que é presidente também do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e da CNTM, alertou que o que falta ao movimento sindical é saber contar melhor a história do sindicalismo. "Precisamos ressaltar a todo momento que sem movimento sindical não há democracia, a exploração prevalecerá e teremos um futuro incerto para as próximas gerações.

Estas foram as palavras de Miguel Torres nesta terça, 18 de fevereiro, em Fortaleza, no programa Democracia no Ar, com apresentação da jornalista Marina Valente e presenças de Evandro Pinheiro, presidente do Sitramonti-Ceará, e Raimundo Nonato, presidente do Sintepav e da Força Sindical/CE.

Sobre a MP 905, Miguel Torres lembra que não é algo relevante nem urgente como prevê a Constituição para as medidas provisórias, e que, além de criar a carteira verde e amarela sem direitos, afronta inúmeros artigos da CLT e leis ordinárias, desconsidera o acidente de trajeto como acidente de trabalho, multa quem não vota em eleições sindicais, taxa 7,5% sobre o valor do seguro-desemprego, para beneficiar empresários que serão desonerados, e impõe o trabalho aos domingos sem compensações.

“Para os trabalhadores só a luta faz a lei. Este nosso lema tem o sentido de ampliar as ações unificadas de resistência contra os persistentes ataques aos direitos da classe trabalhadora e ao movimento sindical atuante, de lutas e conquistas. Buscamos, enfim, a retomada do desenvolvimento econômico do Brasil, com empregos de qualidade para todos, trabalho decente, distribuição de renda e riquezas, soberania, justiça e inclusão social”, diz Miguel Torres.

Para ele, a PEC 196 também é fundamental, pois prevê mudanças importantes nas estruturas sindicais, tornando-as mais atuantes, representativas e fortes nas negociações coletivas em defesa dos interesses da classe trabalhadora.

“Conseguimos, com os parlamentares, entre eles o deputado Paulinho da Força, avançar esta PEC 196 no Congresso Nacional. Precisamos agora pedir o apoio de todos os demais parlamentares para que a aprovem e garantam um novo sindicalismo de base, com os trabalhadores mais próximos das entidades”, diz Miguel Torres.

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Debates e lançamento de livro sobre reforma sindical

Nesta terça, 18, às 15h, também ocorreu em Fortaleza, Ceará, um debate sobre Reforma Sindical com o procurador do trabalho Gerson Marques, Miguel Torres (presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, CNTM e Força Sindical) e Paulo Régis, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região,.

Na ocasião foi relançado o livro “Reforma sindical: reflexões para um novo modelo”, de autoria de Gerson Marques.

O evento aconteceu na sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª Região (PRT-7ª Região).

 Fonte:  CNTM - 19/02/2020