Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Agenda unificada das centrais norteia trabalhadores para eleição, diz Juruna
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quinta-feira, 7 de junho de 2018
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Agenda unificada das centrais norteia trabalhadores para eleição, diz Juruna
Dia Nacional de Luta será em 10 de agosto
Crédito: Jaélcio Santana
O Fórum das Centrais (que reúne entidades como Força Sindical, CSB, CTB, CUT, Intersindical, Nova Central e UGT) lançou na 4ª feira (6.jun.2018), a Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora e Democracia, Soberania e Desenvolvimento com Justiça Social: Trabalho e Emprego no Brasil.
O título longo resume o sentido das 22 reivindicações que serão apresentadas aos presidentes da Câmara dos Deputados, do Senado e aos pré-candidatos à Presidência da República. Foi um evento de trabalhadores e também um fato político de enorme importância na conjuntura que antecede a disputa presidencial que ocorrerá daqui a 4 meses.
A Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora resultou de meses de debates entre os sindicalistas e técnicos do Dieese em um processo democrático e necessário para definição dos atuais objetivos da luta dos trabalhadores brasileiros, sobretudo na momento crítico que o país vive, depois do golpe antinacional, antidemocrático e antipopular de 2016.
O debate em torno de uma agenda unificada entre as centrais sindicais remonta à Conclat (Conferência Nacional da Classe Trabalhadora) de junho de 2010, realizado em São Paulo, quando também apresentamos aos presidenciáveis uma pauta de reivindicações consolidadas na agenda da classe trabalhadora. A nova agenda resume as principais reivindicações que constam daquele documento e acrescenta novas e urgentes demandas. São 22 propostas com medidas para fortalecer a economia brasileira, retomar o crescimento econômico, valorizar o trabalho e a renda do trabalhador, a representatividade sindical e defender a soberania nacional.
Além de sua relevante pauta, de natureza econômica, trabalhista e sindical, a agenda lançada na 4ª (6.jun) em São Paulo tem dimensão política expressa na unidade da liderança dos trabalhadores, de seus dirigentes sindicais, apontando a necessidade dos trabalhadores caminharem juntos, unidos, para a eleição de outubro, quando mais uma vez decidirão pelo programa que estará à frente do país, controlando o governo federal. E que poderá ser novamente um programa nacional de desenvolvimento para fortalecer a indústria, a criação de empregos, a renda dos trabalhadores e o respeito à soberania nacional.
Neste sentido, como uma 1ª ação proposta pela agenda, nós sindicalistas convocamos o Dia Nacional de Luta, em 10 de agosto, com manifestações e paralisações em todo o território nacional, para derrotar mais uma vez a nefasta agenda neoliberal que o governo Temer tenta enfiar goela abaixo nos brasileiros.
Outra preocupação fundamental que neste momento pauta o debate das centrais sindicais é a garantia que haja “eleições livres e democráticas” em outubro de 2018, para que possamos escolher deputados, senadores, governadores e um presidente da República legítimo, com quem os trabalhadores possam dialogar. O processo eleitoral permitirá a construção de compromissos com a futura agenda de desenvolvimento do País, para a qual o mundo do trabalho deve ter centralidade estratégica e os trabalhadores devem ser protagonistas na construção de um projeto de país e de nação.