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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
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Paulo Pereira da Silva
Câmara precisa decidir ainda no 1º semestre
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Paulo Pereira da Silva
As centrais sindicais precisam urgentemente retomar trabalho conjunto para pressionar o parlamento a votar a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução salarial, ainda no primeiro semestre deste ano. Nem que seja em primeiro turno, deixando a segunda votação mais para o final do ano.
No caso de o movimento sindical não se conscientizar da importância da unidade na luta, da necessidade de pressão das bases e da participação de todos os espectros políticos do sindicalismo brasileiro nesta luta, vamos perder a guerra, não conseguiremos aprovar a PC 231/95, que trata da redução da semana de trabalho.
Os patrões estão na Câmara negociando com os deputados. Têm apresentado uma série de argumentos segundo os quais, dizem, a diminuição da carga de trabalho provocará uma quebradeira das empresas e muito desemprego.
Nos últimos dias, procuraram lideranças partidárias, reivindicando o adiamento da votação da matéria para 2011, por temerem que as eleições de 2010 prejudiquem as negociações entre patrões e empregados.
Sabemos todos que o argumento é falso, geralmente usado por aqueles que divergem da gente. E os empresários são contra a redução da jornada porque é uma medida que vai mexer no bolso deles. Pelo menos num primeiro momento. Depois, geralmente, eles absorverem os custos.
Enquanto os patrões pressionam os parlamentares, parte do movimento sindical parece dar sinais de desânimo. Ao contrário, companheiras e companheiros, temos de reagir, retomar a luta e deflagrar uma série de manifestações de massa nas cidades, nas ruas de Brasília e na Câmara dos Deputados.
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho
Presidente da Força Sindical e Deputado Federal – PDT/SP





























