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Presidente Lula celebra 81 anos nesta terça-feira (27), com trajetória marcada pela luta sindical, defesa da democracia e justiça social
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completa 81 anos nesta terça-feira (27), celebrando uma trajetória marcada pela liderança sindical, participação política e defesa dos trabalhadores.
Ao longo de sua história, Lula construiu uma trajetória política ligada às lutas populares, à valorização do trabalho, à democracia e à promoção da justiça social.
Além disso, sua atuação como dirigente sindical no ABC paulista marcou o início de uma caminhada que o levou à Presidência da República .
Destaque para sua contribuição à defesa dos direitos trabalhistas, à valorização do salário mínimo e ao combate às desigualdades.
Feliz aniversário, presidente Lula!
Leia também: Trabalhadores devem seguir mobilizados, defende Miguel Torres
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Paulo Pereira da Silva
Intensificar a luta em 2010
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Paulo Pereira da Silva
O ano de 2009 poderia ter sido bastante satisfatório para os trabalhadores, se o movimento sindical tivesse tido a capacidade de arrancar do Congresso Nacional a aprovação dos projetos de leis que dispõem sobre a recuperação do poder de compra do salário mínimo, do reajuste dos aposentados com proventos acima do mínimo e a redução da jornada de trabalho, sem redução de salário.
As centrais sindicais deflagraram uma série de manifestações pelo país, paralisações e marchas sobre Brasília. Milhões de trabalhadores foram para as ruas exigir seus direitos. Caravanas de sindicalistas estiveram na Câmara, Senado e com o presidente Lula para negociar, defender propostas e solicitando rapidez na votação dos projetos.
O presidente da República foi receptivo aos pleitos dos trabalhadores. Conseguimos fechar acordos sobre o salário mínimo e sobre o aumento dos aposentados, mas estas matérias ainda não foram votadas pelos deputados. Sobre política de aumento das aposentadorias, ainda faltam alguns ajustes relacionados ao fator previdenciário que deve cair.
Acreditamos que o Parlamento vai aprovar a semana de 40 horas com a manutenção dos salários, porém há dificuldades decorrentes da pressão dos empresários, que são contrários à implementação do benefício.
Os representantes das centrais estiveram várias vezes com o presidente da Câmara Michel Temer, pedindo pressa na votação da matéria. Ele vem alegando ser importante buscar o consenso entre capital e trabalho para apresentar o projeto ao plenário.
Diante deste empurra-empurra, a sugestão é que os trabalhadores e sindicatos intensifiquem a pressão no começo de 2010 para os políticos aprovarem logo a PEC 231/95, que tratada da redução da semana de trabalho. A luta continua, companheiros !
Paulo Pereira da Silva, o Paulinho
Presidente da Força Sindical e Deputado Federal – PDT/SP





























